1. Apresentamos um mapa antigo da região ao redor do Largo da Carioca. É preciso posicionar o visitante para que possa entender melhor onde se localizavam as imagens desta postagem. Inicialmente traçamos em amarelo as duas vias principais que levavam ao largo de quem vem pela Av. Rio Branco e a via em azul que foi aberta após a derrubada do Morro do Castelo. Clique na imagem para ampliar e observar os pontos assinalados:
1) Casario existente (demolido);
2) Teatro Lírico (demolido em 1934);
3) Imprensa Nacional (demolida em 1938);
4) Chafariz da Carioca (demolido em 1926);
5) Liceu de Artes e Ofícios (atual Caixa Econômica Federal;
6) Hotel Avenida (atual Ed. Av. Central);
7) Rua da Assembleia (antiga Rua da Cadeia, depois Rua Republica do Peru);
8) Rua São José;
9) Av. Nilo Peçanha;
10) Rua Uruguaiana;
11) Av. Rio Branco (antiga Av. Central);
12) Av. Graça Aranha;
13) Palace Hotel (atual Ed. Marquês do Herval);
14) Teatro Municipal;
15) Palácio Pedro Ernesto (Câmara dos Vereadores);
16) Museu de Belas Artes;
17) Biblioteca Nacional;
18) Convento de Santo Antônio e Igreja de São Francisco da Penitência;
19) Batalhão da Polícia Militar;
20) Praça Tiradentes;
21) Largo de São Francisco de Paula;
22) Praça Olavo Bilac (Mercado das Flores);
23) Igreja N. Sra. do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos;
24) Av. Presidente Antônio Carlos (antiga Av. Santos Dumont);
25) Rua Erasmo Braga;
26) Ed. Garagem Menezes Côrtes (antigo Terminal Rodoviário Erasmo Braga);
27) Praça Mário Lago (antiga Praça Melvin Jones);
28) Morro de Santo Antônio (demolido na década de 50);
29) Hospital da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência (demolido em 1906);
30) Estação de Bondes para Santa Tereza (atual).
1a. Anos 20. Toda a região entre o Largo da Carioca e a Rua Evaristo da Veiga. Assinalamos:
1) Hotel Avenida (extinto, vide foto 22a);
2) Liceu de Artes e Ofícios (extinto, vide foto 18b);
3) Imprensa Nacional (extinta);
4) Teatro Lírico (extinto);
5) Rua Treze de Maio (antiga Rua da Guarda Velha);
6) Rua Almirante Barroso (antiga Rua Barão de São Gonçalo);
7) Rua Senador Dantas;
8) Rua Evaristo da Veiga (antiga Rua dos Barbonos);
9) Igreja Anglicana (extinta);
10) Teatro Municipal (visão dos fundos);
11) Rua Santo Antônio (extinta);
12) Estação de bondes (extinta, vide foto 19b);
13) Igreja de São Francisco da Ordem Terceira da Penitência (vide foto 19b);
14) Convento e Igreja de Santo Antônio (vide foto 19b);
15) Morro de Santo Antônio (arrasado nos anos 50 para a passagem da Av. República do Chile);
16) Chafariz (extinto, vide foto 8a);
17) Casa de Banhos (extinta, vide foto 8a);
18) Av. Rio Branco; e
19) Palácio Pedro Ernesto (visão lateral).
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1b. 1928. Esta rara fotografia de Malta mostra um ângulo pouco comum e de difícil identificação. O fotógrafo encontra-se na extinta Rua Santo Antônio, na encosta do morro de mesmo nome, apontando sua câmera em direção a profundidade da Av. Almirante Barroso. A primeira rua vista à direita é o começo da Rua Senador Dantas e a longa construção da esquerda é o Teatro Lírico visto em sua lateral. Um pouco mais adiante atravessa a Rua Treze de Maio, ao lado do Liceu de Artes e Ofícios. Lá no fundo da imagem vemos a silhueta do antigo Ministério da Agricultura na região do velho bairro da Misericórdia. Na foto anterior assinalamos o local onde está o fotógrafo com um "x" amarelo.
Casario entre Rua da Assembleia e Rua São José

2. 1904. À direita vemos a esquina da Rua São José, a qual antigamente estendia-se até o Largo da Carioca. Este trecho está assinalado com o nº 1 no mapa acima, entre linhas vermelhas. Clique no mapa para ampliar.

3. No fundo do alinhamento do casario identifica-se a esquina da Rua Gonçalves Dias (antiga Rua dos Latoeiros) com Rua da Assembleia e à direita a Rua São José (antiga Rua do Parto neste trecho). Pesquisa realizada identificou todos os pontos comerciais existentes (da direita para a esquerda): Café Vitória (na esquina da Rua do Parto), Charutaria Portugal, Casa de Ferragens Leitão, Confeitaria Rocha & Menéres (a mais larga do trecho), Restaurante e Charutaria Paris (o mais alto da quadra), duas lojas de secos e molhados e a última uma loja de fazendas, estas últimas três sem identificar os nomes. No outro lado da Rua Gonçalves Dias está a Alfaiataria do Povo em sua versão inicial, pois esse estabelecimento, após as reformas do Largo da Carioca, passou a ocupar a esquina da Rua Uruguaiana em um prédio mais moderno e notado em diversas fotografias de outras postagens do largo neste blog.

4. 1905. Este prédio maior onde se localizava o Café e Charutaria Paris é visto também nas duas fotos anteriores. No canto interior esquerdo vemos a ponta da esquina da Rua da Assembleia.
5. 1904. No lado direito da Charutaria Paris existia a Confeitaria Menéres. Confrontar com imagem anterior.
6. 1905. É possível identificar as citadas lojas do comércio local.
7. Ângulo semelhante à foto 3. As grandes reformas urbanísticas da cidade na era do Prefeito Pereira Passos (1902-1906) exigiram a derrubada destas casas coloniais para expandir a área do Largo da Carioca.
7a. Novamente o mesmo ângulo quando o Largo da Carioca passava por reforma na era Passos. No fundo à esquerda vemos o alargamento da Rua Uruguaiana em execução e em primeiro plano o calçamento ao redor do chafariz (vide fotos 11 e 13). O prédio de dois andares em destaque, no centro da imagem, logo será ocupado pela Alfaiataria do Povo.
7b. 1910. As seis construções existentes entre a Rua São José (atrás do lampadário, ao lado do Hotel Avenida) e a Rua da Assembleia (à esquerda, fora da foto). Nada foi poupado em razão da modernidade.
7c. 1910. O lampádario em destaque.
7d. Cerca de 1906. O lampadário não está mais no centro do largo.
Hospital da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência
8. 1901. Construído em 1763 e derrubado em 1906. À direita vemos o começo da Rua da Carioca (antiga Rua do Piolho). Foi um dos maiores hospitais da cidade à seu tempo. Em nossa postagem referente ao chafariz do largo há várias imagens do hospital (aqui).
8a. Cerca de 1900.
8b. Cerca de 1905.

9. 1906. A derrubada do Hospital da Ordem foi necessária para o alargamento da Rua da Carioca como também para ampliar a área do Largo da Carioca. Alguns historiadores revelam também que suas linhas arquitetônicas eram muito austeras e representariam contraste e retrocesso na nova ordem modernista do Prefeito Pereira Passos.
10. 1906. A demolição do antigo hospital visto de outro ângulo. No alto, à direita, está parte do casario da Rua da Carioca e a torre sineira da Igreja de São Francisco de Paula. A instituição de saúde foi transferida para a Tijuca nos anos 30, onde permanece ainda hoje com o nome de Hospital São Francisco na Providência de Deus, Rua Conde de Bonfim, nº 1033 - Usina.
10a. 1906. Na lateral esquerda vemos o chafariz e, no centro do largo, a construção da praça redonda.
10b. 1906. Outro aspecto dos trabalhos de demolição com a Rua da Carioca ao fundo.

11. 1907. O velho prédio do hospital já não existe mais.
12. Cerca de 1910. A Rua Uruguaiana foi perfeitamente alinhada com o novo prédio construído no local do hospital.
12a. Cerca de 1910.
12b. Cerca de 1910.
12c. Cerca de 1910.
13. Cerca de 1910. O prédio novo em estilo eclético. Ali se estabeleceram a Seguradora Cruzeiro do Sul e a sede do Jornal Correio da Manhã.
14. Cerca de 1910. A fonte que antes existia no centro do largo foi substituída em 1909 por um grande lampadário visto nesta imagem. Anos mais tarde as luminárias foram trocadas pelo relógio ainda hoje existente no largo.
14a. Cerca de 1910. Destaque para o novo prédio construído no local do antigo hospital. Notar o letreiro na fachada: "Correio da Manhã".
14b. Anos 10.
14c. Provável anos 10.
15. Cerca de 1910. Observar o renomado Café da Ordem na esquina da Rua da Carioca.
15a. 1918. Comemorativos da vitória dos Aliados na 1ª Grande Guerra.
16. 1960. Ao fundo vemos o Rua Uruguaiana. Na lateral esquerda vemos o prédio da Cia. de Seguros Cruzeiro do Sul tendo a seu lado esquerdo um prédio de 8 andares construído nos anos 30. Trata-se do Ed. da Ordem Terceira que criminosamente foi erguido em frente ao conjunto arquitetônico do Mosteiro de Santo Antônio impedindo por completo sua visão. No mapa da foto 1 este prédio estaria ao lado esquerdo do nº 29, no alinhamento da Rua São José. Na década de 70 este edifício assim como seu vizinho foram demolidos para a construção da Estação Carioca do Metrô. No centro da foto vemos o famoso relógio do largo e no canto inferior direito as obras de construção do Ed. Avenida Central.
16a. 1960. Esta foto, da mesma sequência anterior, é curiosa por abranger um trecho mais à direita. Vemos portanto com maior clareza o Ed. Av. Central em construção e, mais ao fundo, a Rua Gonçalves Dias em profundidade curta. O largo que antes era redondo e sem trânsito de veículos, passou a ter uma estreita praça e um volume de tráfego em linha reta no sentido Rua Uruguaiana - Rua Senador Dantas.
16b. Anos 50.
16c. Anos 30.
16d. Provável anos 60. Ed. da Ordem em toda sua plenitude.
17. 1956. Uma bela reconstituição do Largo da Carioca. É possível reconhecer todos os pontos de referência do local, inclusive o "Tabuleiro da Baiana".
18. 1941. À esquerda o Ed. da Ordem Terceira. Vale registrar que no térreo deste edifício funcionou durante anos a Estação do bondes para Santa Teresa.
18a. Começo dos anos 30. À esquerda vemos os fundos do Hotel Avenida com a entrada da Galeria Cruzeiro. No centro está o prédio do Liceu de Artes e Ofícios (demolido ao redor de 1961) e à direita a Imprensa Nacional (demolida em 1938). O chafariz já foi derrubado para expandir a área do largo.
18b. 1939. Enquadramento do prédio do Liceu de Artes e Ofícios. No torreão voltado para o Largo da Carioca funcionaram a sede do Jornal O Globo e a Livraria Freitas Bastos no térreo.
18c. Anos 40. No fundo à direita a parte alta do Palácio Capanema (Ministério da Educação), na Av. Graça Aranha e, atrás do torreão, o antigo prédio do Palace Hotel, na Av. Rio Branco esquina com Av. Almirante Barroso.
18d. A foto anterior em seu tamanho original. Notar na lateral esquerda parte do prédio do Hotel Avenida e a Rua Bittencourt da Silva. Vemos nitidamente o famoso Bar Nacional naquela esquina (vide foto 22b) e, no outro lado, a Livraria Freitas Bastos (com toldos) no térreo com o Jornal O Globo na sobre loja.
18e. 1948. Destaque para o relógio. Ao fundo o final da Av. Treze de Maio ao lado do "Tabuleiro da Baiana". À direita parte do Ed. da Ordem Terceira e à esquerda parte do Liceu de Artes e Ofícios.
18f. 1956. Notar o letreiro da Livraria Freitas Bastos.
18g. Provável anos 50. À esquerda o prédio do Liceu e a Av. Treze de Maio em profundidade. O prédio no centro da imagem é o Liceu Literário Português com o "Tabuleiro da Baiana" a seus pés. Os carros estacionados à direita estão no mesmo local das duas fotos anteriores, ao redor do relógio do largo.
18h. Sem data.
18i. Sem data. Sede do Jornal O Globo no 2º andar do torreão do Liceu.
18j. Provável anos 30.
18k. Anos 40. Da esquerda para a direita: Hotel Avenida, Liceu de Artes e Ofícios (encobrindo parte dos fundos do Teatro Municipal), a entrada da Av. Treze de Maio, o "Tabuleiro da Baiana" na Rua Almirante Barroso com a praça do largo na frente e, na extrema direita, parte do Ed. da Ordem Terceira.
18l. Cerca de 1950.
18m. 1955. Destacamos, ao fundo, o Ed. Marquês do Herval em final de construção. Inaugurado no ano seguinte.
18n. 1954. Da esquerda para a direita: o edifício do Liceu Literário Português tendo aos seus pés o Tabuleiro da Baiana, entrada da Rua Senador Dantas, o prédio do Jornal o Globo e, por fim, o Morro de Santo Antônio. Foto provavelmente obtida de alguma janela do Ed. da Ordem Terceira.
19. 1933. Imagem em aproximação do Ed. da Ordem Terceira, vendo-se os trilhos de bonde entrando na estação localizada em seu térreo. No alto à esquerda observamos o Convento de Santo Antônio e no canto abaixo a lateral da Imprensa Nacional com vestígios da antiga estação.
19a. Anos 30. Um bonde oriundo de Santa Teresa chega à Estação Carioca, no Ed. da Ordem Terceira. O muro ao fundo está aos pés do Convento de Santo Antônio.
19b. 1933. Aqui está a estação de bondes do Largo da Carioca, localizada embaixo do Ed. da Ordem Terceira, citada antes. Em 1937 ela deixará de existir após a inauguração do "Tabuleiro da Baiana".
19c. 1933. Foto de baixa qualidade.
19d. 1930. Observar a antiga estação de bondes de Santa Teresa na lateral do prédio da Imprensa Nacional e seu trajeto através da extinta Rua de Santo Antônio.
20. Cerca de 1950. Observar no centro da foto uma praça arborizada. Ela se situava entre a Rua São José e a Rua da Assembleia ao lado de construções antigas e baixas. Trata-se da Praça Estado da Guanabara, contudo com a ampliação do largo após o término as obras do Metrô acabou incorporada à nova grande área do Largo da Carioca. Hoje em dia é apenas uma praça simbólica onde fica o famoso relógio do logradouro.
21. Anos 70. Obras do Metrô em andamento. A via à direita é a Av. Nilo Peçanha em seu trecho final até encontra-se com a Rua da Carioca em seu alinhamento. As galerias do Metrô abertas vêm da Rua Uruguaiana entrando no largo no exato local onde existiam o antigo Ed. da Ordem Terceira e o prédio da Seguradora Cruzeiro do Sul vistos em fotos anteriores. No centro da imagem está o relógio cercado por tapumes e no pé da foto os restos da mutilada Praça Estado da Guanabara. Por fim, no canto infeior diretito está parte do Ed. De Paoli.
21a. Provável anos 30. Aqui vemos o Hotel Avenida pelos fundos, no Largo da Carioca. O chafariz já foi demolido e o prédio da Imprensa Nacional aparece, em parte, na extrema direita. À esquerda do hotel vemos a Rua São José em profundidade.
21b. 1941.
21c. 1936. Trecho da Av. Treze de Maio em frente ao extinto Teatro Lírico. No alto à direita está o prédio do Liceu Literário Português, na Av. Almirante Barroso onde, a seus pés, deve estar sendo construído o "Tabuleiro da Baiana". Vide foto anterior para melhor posicionamento.

22. Anos 50. Foto obtida da calçada do "Tabuleiro da Baiana". Os pedestres estão atravessando a Av. Almirante Barroso. No alto à direita vemos o Liceu de Artes e Ofício e, a seguir, o Hotel Avenida. Estas duas edificações tinham sua portaria principal voltada para a Av. Rio Branco e seus fundos para o Largo da Carioca.
22a. 1910. Os fundos do Hotel Avenida, recém inaugurado. À direita está a Rua Bittencourt da Silva.
22b. 1911.
22c. 1957. Atualmente a Rua Bittencourt da Silva é apenas uma entrada/saída da estação do Metrô, entre o Ed. Avenida Central e a extinta sede da Caixa Econômica Federal.
22d. Anos 50. Sobressai o badalado Bar Nacional com suas mesinhas na calçada e ponto de encontro dos mais animados no centro da cidade. Inaugurado em 1913 tinha como endereço a Rua Bittencourt da Silva, nº 12E.
22e. Anos 40. Mais uma imagem do largo na altura dos fundos do Hotel Avenida. Nesta época realizavam-se obras de reurbanização no trecho.
22f. Início dos anos 50.
22g. 1952. O ponto de ônibus do largo, visto também na foto 22. À esquerda o Ed. da Ordem Terceira.
22h. 1954. À direita está o Ed. da Ordem Terceira, no centro, o Liceu Literário Português com o "Tabuleiro da Baiana" abaixo e, no canto esquerdo, a parte alta do Hotel Avenida.
23. 1956. Eis a nova praça do largo. No centro alto vemos o casario que irá resistir até os anos 70 quando veio abaixo para refazer o novo alinhamento da Av. Nilo Peçanha no lugar do extinto trecho da Rua São José. É o exato local onde hoje está a "agulha" desta avenida com a Rua da Assembleia, ou seja a "ponta" do Ed. Rodolpho De Paoli voltada para a Rua da Carioca. Vide mapa da foto 1 onde as linhas em azul representam a Av. Nilo Peçanha. No canto inferior direito identificamos o teto da cobertura do "Tabuleiro da Baiana".
23a. Cerca de 1956. À direita vemos, de cima para baixo, os veículos saindo da Rua Uruguaiana, cruzando o largo e seguindo em direção à Av. Treze de Maio com destino à Cinelândia. A outra pista, à esquerda, leva o trânsito em direção à Rua Senador Dantas. Notar, por fim, os três pontos de ônibus cobertos do largo (vide foto 22e).
23b. 1956. Banco do centro da praça do Largo da Carioca. A construção ao fundo, situado no Morro de Santo Antônio, em breve será demolido junto com parte do morro. A propagando de "O Globo" também vista ficava sobre um prédio no final da Rua Senador Dantas. Atrás dos galhos da árvore na direita está o Convento de Santo Antônio.
23c. 1952. Este é um dos três pontos de ônibus citados antes. No alto está o Santuário de São Antônio e na lateral direita o Ed. da Ordem Terceira.
23d. 1956. O "Tabuleiro da Baiana" à esquerda.
23e. Observar ao fundo o letreiro "O Globo" onde terminava a Av. Almirante Barroso, antes do desmonte do Morro de Santo Antônio.
23f. 1956. Um engraxate faz seu serviço no largo vendo-se ao fundo o prédio do Liceu e parte do Hotel Avenida mais à esquerda.
23g. Anos 50. Na lateral esquerda vemos parte do prédio do Liceu na esquina da Av. Almirante Barroso. Na outra lateral destaca-se o "Tabuleiro da Baiana" próximo à Av. Treze de Maio. O trânsito em primeiro plano segue em direção a Rua Senador Dantas.
23h. Natal de 1954. Papai Noel chega de helicóptero no largo. No alto vemos parte do Convento de Santo Antônio.
23i. Final dos anos 50. Vemos o incêndio que destruiu o prédio da loja A Girafa, localizado na Rua da Assembleia, entre Rua Uruguaiana e Rua Gonçalves Dias. O Ed. Av. Central ainda está sendo erguido na lateral direita e, na extrema esquerda, está o Ed. da Ordem Terceira. Hoje no local está uma agulha atrás do Ed. de Paoli, onde já existiu uma praça chamada Estado da Guanabara.
23j. 1956. O fotógrafo está nos jardins da praça do largo com sua câmera apontada na direção da Av. Treze de Maio, ao fundo. À direita está o "Tabuleiro da Baiana".
23k. 1956. Ao fundo está o Ed. da Ordem Terceira. Estas duas pessoas aparecem na foto 23b.
23l. 1956. Quadros à venda no largo. Ao fundo está a Igreja de Santo Antônio e, à direita, o Ed. da Ordem Terceira. Provavelmente todas as fotos de 1956 que captaram o cotidiano do largo, desta postagem, foram tiradas pelo mesmo fotógrafo.
23m. Anos 50. Uma panorâmica do largo obtida a partir da Igreja de Santo Antônio.
23n. 1958. O largo na época do começo da construção do Ed. Av. Central.
23o. 1958. O início das fundações do prédio.
24. 1960. Aqui vemos o Ed. Avenida Central em final de construção. Notar ainda, no lado direito, o antigo Liceu de Artes e Ofícios no início de sua demolição, haja visto que sua torre redonda já não existe mais. No terreno será erguido o prédio da sede da Caixa Econômica Federal.
24a. 1960.
25. Cerca de 1961. Em destaque o famoso Ed. Avenida Central vendo-se à direita o prédio da Caixa Econômica Federal em fase inicial de construção. À esquerda observamos o velho casario existente e, na extrema esquerda, parte do Ed. da Ordem Terceira. Também é curioso ver, sem obstrução, no fundo à direita, o Palácio Tiradentes, a Igreja de São José e o Ed. Estácio de Sá, todos no trecho final da Av. Presidente Antônio Carlos e começo da Rua Primeiro de Março.
25a. Cerca de 1962. À direita o prédio da Caixa Econômica sendo construído.
25b. Cerca de 1970.
26. Anos 60. Foto obtida da Rua Uruguaiana com a câmera voltada para o Largo da Carioca. Observar o velho casario à esquerda comentado nas fotos anteriores. Ao fundo o gigantesco Ed. Avenida Central e o relógio do largo na frente.
26a. Anos 60. Aqui vemos de perto o velho casario existente entre a Rua São José e Rua da Assembleia, demolido durante as obras de alongamento da Av. Nilo Peçanha até a Rua Uruguaiana.
26b. Final dos anos 60. Após o Ed. Avenida Central vemos o edificio sede da Caixa Econômica Federal em fase final de construção. No canto inferior esquerdo está o velho casario na esquina do final da Rua São José. Noa década seguinte seria demolido e a rua deixará de existir neste trecho, terminando na Av. Rio Branco. À direita está o extinto Ed. da Ordem Terceira e, em profundidade, a Av. Treze de Maio. O trânsito de veículos na parte inferior direita, parado no sinal de pedestres, vem da Rua Uruguaiana, fora da foto, e no canto inferior direito está uma pequena parte do edifício onde se localizava a sede do Jornal Correio da Manhã. O Largo da Carioca, com frondosas árvores, esconde o "Tabuleiro da Baiana".
26c. 1972. Bob's no térreo do Ed. Av. Central, até hoje está lá. Ao fundo vemos o prédio sede da Petrobrás, na Av. Chile.
26d. 1974. Detalhe do grande movimento de clientes na loja de fast food.
26e. 1967. Chuva de papel picado no centro sempre marcava o último dia útil do ano. Os pilotis aqui vistos pertencem ao Ed. Av. Central em sua face voltada para o largo. Observar, ao fundo, os antigos prédios que margeavam a Rua Gonçalves Dias. Veja foto seguinte.
27. 1971. Foto antes do início das obras do Metrô. No alto à esquerda vemos a parte superior do prédio da Seguradora Cruzeiro do Sul/Correio da Manhã. O relógio está assentado no centro da Praça Estado da Guanabara.
28. 1976. Aspecto das obras do Metrô.
29. 1976. Mesma sequência anterior, vendo-se ao fundo a Rua Uruguaiana em profundidade e no canto superior esquerdo o Mosteiro de Santo Antônio.
30. Cerca de 1978. Aparência geral do largo após o término das obras do Metrô.
31. Ceca de 1978. O largo já urbanizado após as obras. Observar ao fundo os prédios da Petrobrás, BNDE e BNH.
32. Cerca de 1975.
33. Anos 50. O grande areal visto na parte baixa da imagem é a área livre proveniente do desmonte do Morro de Santo Antônio. Indicações:
1) Prédio do Liceu de Artes e Ofícios (futuro prédio da Caixa Econômica Federal);
2) Hotel Avenida (futuro Ed. Av. Central);
3) Mosteiro de Santo Antônio;
4) Ed. Marquês do Herval;
5) Av. Almirante Barroso;
6) Estação de bonde do Largo da Carioca ("Tabuleiro da Baiana");
7) Teatro Municipal (fundos);
8) Clube Naval;
9) Jóquei Clube (depois demolido);
10) Igreja de Santa Luzia (torres sineiras);
11) Ministério da Educação e Saúde (Palácio Capanema);
12) Ministério do Trabalho;
13) Ministério da Fazenda;
14) Associação Brasileira da Imprensa (ABI);
15) Santa Casa de Misericórdia (fundos);
16) Antigo Ministério da Agricultura ("Bolo de Noiva", depois demolido);
17) Aeroporto Santos Dumont;
18) Ilha de Vilegagnon (Escola Naval);
19) Rua Evaristo da Veiga;
20) Largo da Carioca;
21) Traçado da futura Av. República do Chile;
22) Terreno do futuro edifício sede da Petrobrás;
23) Terreno da futura Catedral Metropolitana do RJ;
24) Terreno do futuro prédio do BNDE;
25) Rua Senador Dantas;
26) Av. Treze de Maio;
27) Ed. da Ordem Terceira (depois demolido);
28) Av. Nilo Peçanha (depois estendida até a entrada da Rua da Carioca); e
29) Rua Bittencourt da Silva (vide foto 22b).