Escola Politécnica
1. 1866. A história da Escola Politécnica remonta aos idos de 1792 quando o Vice-rei D. Luiz de Castro criou a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho com caráter de instituto de ensino superior. Em 1801, o príncipe regente, D. João VI, criou a Academia Real Militar, em substituição a Academia de Artilharia. Esta é a origem da afamada Escola Politécnica, mais tarde renomeada Escola Nacional de Engenharia da UFRJ. Em profundidade a atual Rua Luís de Camões e, do outro lado, a Rua do Teatro. Observar na extrema esquerda parte da Igreja de São Francisco de Paula.
2. 1856.
3. 1856. Um raro ângulo do alto da igreja. Observar a cruz em primeiro plano.
3a. Sem data.
4. 1885. Pequena praça cercada com o monumento à José Bonifácio diante da Escola Politécnica.
5. Sem data. Rua Luís de Camões ao lado da Escola e, à direita, a Rua dos Andradas com um bonde contornando.
6. 1890. Na extrema direita vemos as torres da Igreja do Santíssimo Sacramento na Av. Passos.
7. Cerca de 1895.
7a. 1873. "Exposição Nacional" no prédio da escola.
8. Sem data. Vemos na extrema esquerda a lateral da Igreja de São Francisco de Paula, a estátua de José Bonifácio, a Rua do Teatro ao lado da Escola Politécnica.
8a. 1905.
9. 1905. Obras de expansão estavam em andamento seguindo a tradição de modernizar o centro da cidade no começo do século XX.
9a. 1905. Evento no largo em comemoração ao Dia do Trabalho. Ao fundo vemos a esquina da atual Rua Luís de Camões com Rua da Conceição.
10. 1906. Mais um andar e quatro enormes colunas foram acrescentadas a sua fachada frontal, mantendo-se as três portas em arco, a escadaria e as rampas laterais.
11. Provável 1906.
11a. Sem data. À esquerda a Rua do Teatro e à direita a Rua Luís de Camões.
11b. 1906.
11c. 1905.
12. Sem data. Na extrema esquerda parte das escadas da Igreja de São Francisco de Paula e a estreita Rua do Teatro.
12a. Sem data.
13. 1910. José Bonifácio, o Patriarca da Independência. A estátua foi instalada no largo em 1872, por ocasião do cinquentenário da Independência do Brasil.
14. 1912. Protesto no largo.
14a. 1913. Armazéns da À Brasileira, visto também na foto anterior. Observar que ela se expandiu para o prédio lateral à direita.
15. 1925.
15a. Anos 20.
16. Anos 20.
17. Anos 30.
17a. 1949. À direita vemos a estação de bondes do largo.

18. Anos 50. A estação de bondes teve utilidade inquestionável, todavia destoando do conjunto da paisagem. Isso também ocorreu no Largo da Lapa, na Cinelândia, no Largo da Carioca e na Praça Tiradentes.
18a. Anos 50. À direita está a Rua dos Andradas.
18b. Anos 60. A estação de bondes vista em detalhes.
18c. Provável anos 50. Os pilotis vistos à equerda são do Ed. Patriarca, esquina da Rua dos Andradas. É imagem oposta a anterior.
19. Sem data. Uma tomada incomum da rampa. Em 1972 com a criação da Cidade Universitária da UFRJ, na Ilha do Fundão, os cursos de Engenharia foram transferidos.
19a. Sem data.
20. Anos 70.
20a. 1974.
20b. 2019. Foto do autor. Hoje o prédio abriga o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.
Rio Palace Hotel
21. Cerca de 1915. À esquerda do hotel está a Rua dos Andradas e, à direita, o Beco do Rosário e a entrada da atual Rua Heitor Azevedo Amaral, uma viela em curva que vai sair na Rua Uruguaiana.
22. 1918. Era o terceiro hotel em importância do centro do Rio, após o Hotel Avenida e o Hotel Palace, ambos localizados na Av. Central. Construído no local da antiga Loja Parc Royal e inaugurado em 1915.
22a. 1922.
23. 1925. Em 1941 o hotel foi abaixo para a construção de um prédio de escritórios comerciais, lojas e galeria no térreo, atualmente ainda no local, o Ed. Patriarca.
Magazine Parc Royal / Rua Ramalho Ortigão
24. Cerca de 1913. A história do Magazine Parc Royal começa em 1873 quando os sócios
abriram a primeira lojinha na Rua do Ouvidor. Com a expansão dos
negócios outra loja maior foi aberta no Largo de São Francisco no quarteirão entre Rua dos
Andradas e o Beco do Rosário.
25. 1911. Inauguração da nova sede da loja, ao lado da Igreja de São Francisco de Paula (à direita, fora da foto). À esquerda fica a Rua Ramalho Ortigão (nome dado em homenagem à família proprietária do magazine), antiga Travessa São Francisco de Paula.
25a. 1911.
25b. Sem data. Ocupava todo o quarteirão até a Rua Sete de Setembro, nos fundos.
25c. 1912. Um cidadão é detido na largo em frente ao magazine.
26. Cerca de 1906. Esta é a primeira versão da loja. Ocupava toda a quadra entre Rua dos Andradas e o Beco do Rosário.
26a. Cerca de 1906. Foto anterior em seu tamanho original. Ao fundo está a entrada da Rua do Ouvidor.
26b. Cerca de 1905.
26b. Outra foto de mesmo ângulo provavelmente mais antiga tendo em vista a altura das árvores.
26c. Cerca de 1900. Rara foto mostra a entrada da Rua do Ouvidor. Observar que o prédio da esquina direita não é mais o mesmo. Na extrema esquerda está um pequeno pedaço da loja citada na foto 14a.
26d. 1912. Protesto no largo. Ao fundo está a entrada da Rua Ouvidor.
26e. 1942.
27. Cerca de 1910. Primeira loja de departamentos da cidade, o Magazine Parc Royal protagonizou a belle époque nestas terras tropicais. Funcionou pouco tempo neste local, transferindo-se em 1911 para o lado oposto do largo, na esquina da Rua Ramalho Ortigão. No local antigo foi erguido o Rio Palace Hotel em 1915.
28. Sem data. Imagem lateral da loja voltada para a Rua Ramalho Ortigão. Em 1943 um misterioso incêndio destruiu totalmente o prédio, colocando um ponto final no negócio comercial após 70 anos.
28. Sem data. Imagem lateral da loja voltada para a Rua Ramalho Ortigão. Em 1943 um misterioso incêndio destruiu totalmente o prédio, colocando um ponto final no negócio comercial após 70 anos.
29. 1943. Matéria jornalística do terrível incêndio. Ao fundo está a Rua da Carioca e a lateral do Convento de Santo Antônio.
29a. 1943. O prédio sendo demolido. Atrás, as torres da igreja vizinha.
30. 1917. Propaganda de Natal na revista "O Malho".
31. Cerca de 1860. A via à esquerda é a Rua dos Andradas, portanto este local foi depois ocupado pelo Magazine Parc Royal (primeira localização) e, mais tarde ainda, pelo Rio Palace Hotel. A construção de três andares vista no alto da imagem ainda existe, na Praça Monte Castelo, nº 34.























































