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domingo, 22 de março de 2020

AV. RIO BRANCO - Trecho IV (da Rua Sete de Setembro a Av. Almirante Barroso)

Esquina da Rua Sete de Setembro

1. Começamos com esta bela imagem colorizada da esquina da Av. Central com Rua Sete de Setembro (antiga Rua do Cano) em direção à futura Cinelândia. O prédio na extrema esquerda é o cinematógrafo Odeon, tão bem comentado na postagem do trecho III da avenida. Logo depois vemos uma rua em diagonal, trata-se da atual Rua Rodrigo Silva, a qual antes da abertura da Av. Central, fazia parte da Rua dos Ourives (atual Rua Miguel Couto). Lembramos ao visitante que existe, até hoje, um alinhamento entre estas duas ruas, ou seja, a diagonal aqui mostrada alinha-se geometricamente com a diagonal da esquina da Rua do Ouvidor, onde hoje "começa" a Rua Miguel Couto. A construção assinalada "prédio ainda existente" situa-se na esquina da Rua da Assembleia (antiga Rua da Cadeia) e realmente continua de pé, embora tenha perdido parte de sua lateral voltada para a avenida. Ao fundo vemos assinalado o Palace Hotel, na esquina da Av. Almirante Barroso (antiga Rua Barão de São Gonçalo). Observar, por fim, a parte alta do Morro dos Castelo, acima da Rua Rodrigo Silva.

2. 1906. Aqui vemos melhor a Rua Rodrigo Silva mencionada antes. 
 
 
3. Em destaque o prédio existente na esquina da Av. Central com Rua Sete de Setembro. Ali funcionou a Casa das Fazendas Pretas, nº 141-143 da via.
 
 
4. 1918. Festejos comemorativos ao final da 1ª Grande Guerra. 
 
 
5. Edificação nºs 141-143. À esquerda fica a Rua Sete de Setembro.
 
 
6. Provável anos 20.
 
 
7. 1904. A nova avenida ainda não foi inaugurada. Diversas construções estão em andamento. Na lateral direita é a esquina da Rua Sete de Setembro. 
 
 
8. Anos 20. No alto as torres do Jornal O Paiz e Jornal do Brasil.
 
 
8a. Anos 20. Cruzamento da Av. Central com Rua Sete de Setembro. O guarda de trânsito aciona manualmente o sinal.
 
 
8b. Provável anos 20. O mesmo local da foto anterior.

Esquina da Rua da Assembléia
 
 
9. 1907. Trecho final da avenida até a Cinelândia com indicações.
 
 
10. 1905. Podemos observar as poucas construções de pé neste trecho e ao fundo na altura da Praça Floriano (Cinelândia). No alto o Morro do Castelo.
 
 
11. 1905.
 
12. 1906. O bonde atravessa a Av. Central pela Rua da Assembleia.
 
 
13. Cerca de 1906. O prédio após a esquina da Rua da Assembleia já foi construído. Vamos nos referir à ele coma "prédio ainda existente", local onde funcionou o Café Frontin e os jornais A Imprensa e A Plateia.

14. 1905. Aqui vemos a avenida já entregue ao público, entretanto sua lateral esquerda, próximo à Praça Floriano, ainda não possui nenhuma das suas famosas construções (Escola Nacional de Belas Artes, Biblioteca Nacional e STF). É possível notar que a parte baixa do Morro do Castelo, naquela área, foi aparada. O Teatro Municipal está sendo construído no alto à direita.
 
15. 1905. Observar os detalhes do "prédio ainda existente", nºs 155-159, local onde funcionou o Café Frontin e os jornais A Imprensa e A Plateia.
 
 
16. Sem data. A construção possuia três sobrados geminados com entrada independente. Naquela voltada para a Rua da Assembleia funcionou o Café Frontin. Nos anos 70 uma reforma cedeu o terreno de um dos três sobrados (nº 159) para outra construção onde se estabeleceu uma financeira de renome, depois liquidada nos anos 80.
 
 
17. "Prédio ainda existente"ficou pronto em 1906. Nºs 155-159. Comparar com foto seguinte e observar como a construção foi mutilada.
 
 
18. 2019. Foto do autor. O chamado "prédio ainda existente", situado na Av. Rio Branco, nº 155. Loja Victor Hugo. Até quando irá resistir?
 
19. Anos 20. A mesma esquina anterior, ou seja Rua da Assembleia. Vemos a construção que venho chamando de "prédio ainda existente", à esquerda, ocupado à época pela sede do Jornal A Imprensa.
 
 
20. Sem data. À direita observamos com mais detalhes a construção que se estende até a Rua São José, na Av. Central, nºs 161-165.
 
 
21. Anos 30.
 
 
22. Anos 10. Curioso observar o estacionamento de tilburis (os táxis da época) à direita.
 
 
22a. 1913. 
 
 
22b. Anos 40. Mesmo trecho da imagem anterior. Os antigos postes de iluminação foram trocados.
 
 
22c. 1907. 
 
 
23. 1906. Esquina da Av. Central com Rua da Assembleia, pelo lado par. À direita percebemos o bonito prédio-sede do Jornal O Paiz na esquina seguinte, Rua Sete de Setembro.
 
 
24. Sem data. Foto tirada de uma janela do "prédio ainda existente" situado na esquina da Rua da Assembleia.
 
 
25. Prédios nºs 140 e 138 à partir da esquina da Rua da Assembléia, à esquerda.
 
 
26. Edificações da Loja de Madame Rosenvald (nº 136), que alguns anos depois sediaria o Cinema Kosmos no térreo e Casa Barbosa Freitas (nº 134). À direita, fora da foto, fica o prédio da sede do Jornal O Paiz.
 
 
27. 1910. Lopes Fernandes & Cia., loja especializada em frutas e molhados finos. Av. Central, nº 138. Os clientes sentavam-se na calçada para se deliciar com refrescos. Hoje no local ergue-se o Ed. Bozano Simonsen.
 
 
28. 1925. Estes são os quatro prédios antes da esquina da Rua da Assembleia. No canteiro central das pistas, o que parece ser uma cabine para guarda de trânsito, é na realidade um pombal!
 
 
28a.  Aqui vemos um guarda de trânsito manejando a troca de sinais. O prédio atrás dele é nº 140, visto na foto anterior. O bonde visto segue no sentido Praça15.
 
 
29. 1925.
 
 
29a. 1929. 
 
 
29b. 1929. 
 
 
30. 1913. Observar que nesta quadra há comércio com mesas na calçada. A loja vista na esquerda (Sorveteria Renaissance, nº 134) está ao lado do Jornal O Paiz. Na extrema direita vemos o prédio do Clube de Engenharia após a esquina.
 
 
31. Cerca de 1927. Observar o prédio ao fundo. É o mesmo da foto anterior, na esquina da Rua Sete de Setembro, ou seja, onde havia o Jornal O Paiz. A loja do térreo é ocupada pela Joalheria La Royale.
 
 
32. 1915. Entrega de mercadorias na Joalheria La Royale.
 
 
33. 1913. Aspecto do movimento num sábado à tarde na citada calçada. A Casa Viúva Henry, nesta época, situava-se no térreo do prédio do Jornal O Paiz, antecedendo a joalheria.
 
 
34. Anos 30. Cruzamento da Av. Rio Branco com Rua da Assembleia. O fotógrafo aponta sua câmera em direção à Rua Uruguaiana, vendo-se ao fundo a Igreja e Mosteiro de Santo Antônio. O prédio à esquerda (nº 142) mostra no térreo a Casa Vieira Nunes, especializada em venda de vestuário para banho de mar, contudo era ponto de venda de ingressos para eventos na cidade. O prédio à direita é o nº 140.
 
 
35. Prédio de nº 142, na esquina da Rua da Assembleia, podendo ser notado na foto anterior.
 
 
36. Sem data. Pelo lado esquerdo da avenida (numeração par) vemos as torres do Jornal O Paiz, Associação dos Empregados do Comércio e Jornal do Brasil. Pelo lado direito (numeração ímpar) o prédio do Cinematógrafo Odeon, Jornal do Comércio e Magazine Colombo. Destaca-se ainda o belo prédio da família Guinle, na lateral direita, esquina da Rua da Assembleia, um marco da região.
 
 
37. 1910.
 
 
38. 1915. À direita está o "prédio ainda existente". Rua da Assembleia sentido barcas.
 
 
39. 1907. Esquina da Rua da Assembleia. A construção em destaque é a Sociedade de Geografia do RJ que ocupa o prédio da família Guinle.
 
 
 40. Cerca de 1905.
 
 
41. 1916. Corsos carnavalescos desfilam durante o Carnaval.
 
 
41a. Detalhe do prédio da família Guinle ocupado pela Sociedade de Geografia do RJ. Nºs 151-153. À direita fica a Rua da Assembleia.
 
 
42. Cerca de 1905.
 
 
42a. 1918. 
 
 
42b. 1928.
 
 
42c. Sem data. Carnaval na avenida.
 
 
42d. Prédio de nºs 145-149. Localizado quase na esquina da Rua da Assembleia. Podemos vê-lo no centro da foto 42.
 
 
42e. 1907. Cinema Pathé localizado no prédio da foto acima. Consta que o fotógrafo Marc Ferrez, empreendedor que era, teve participação neste cinematógrafo. À direita é possível ver um pequeno pedação do prédio da família Guinle.
 
 
42f. Sem data. O Pathé foi o terceiro cinema inaugurado na cidade. O primeiro foi o Chic, de 1907 na Av. Central, nº 173. O segundo foi o Parisiense, do mesmo ano, na mesma avenida, nº 179. O primeiro teve curta duração, até 1908, e o segundo funcionou por 47 anos, até 1954.
 
 
42g. Anos 30. O prédio da nova geração, mais alto, é o Ed. Guinle na esquina da Rua Sete de Setembro.

???? A imagem revela à direita a construção que venho chamando aqui de "prédio ainda existente". Ao centro a bela edificação ocupa a numeração 151-153 da avenida onde em seu térreo funcionou o Cinema Avenida entre 1907 e 1927. Mais à esquerda o prédio nº 147-149 do Jornal A Notícia, onde em seu térreo funcionou o Cinema Pathé, depois transferido em 1912 para o outro lado da avenida (nº 116). Por fim vemos a Casa das Fazendas Pretas, já na esquina da Rua Sete de Setembro. 
 
 
43. Sem data.
 
 
44. Cerca de 1908. Aqui vemos o quarteirão entre Rua da Assembleia (atrás do fotógrafo) e Rua Sete de Setembro pelo lado par. Vemos da esquerda para a direita: o prédio em construção da Casa Lopes Fernandes, a Casa Barbosa Freitas, a Loja de Madame Rosenwald e a imponente sede do Jornal O Paiz. Depois da Rua Sete de Setembro também visualizamos os prédios em construção do Clube de Engenharia e da Associação dos Empregados do Comércio. Não existe ainda a sede do Jornal do Brasil, que somente seria erguido totalmente em 1909. Na direita não há por enquanto nenhuma construção marcante erguida naquele trecho.
 
 
45. 1911. Sorveteria Renaissance (nº 134), à esquerda do Jornal O Paiz.

46. 1911. Varanda da sorveteria vista por dentro do 2º andar. Notar as colunas duplas e o toldo.
 
 Esquina da Rua São José
 
 
47. Sem data. A primeira esquina à esquerda é a Rua São José.

48. Cerca de 1907. A esquina da Rua São José está à esquerda, fora da imagem. O primeiro prédio visto é onde funcionava a Loja A Capital, outro ponto de referência da região.
 
 
49. Do lado direito da Loja A Capital ficava o primeiro prédio inaugurado na nova avenida: Ed. Kosmos, de 1905, nº 144. Vide no centro da foto anterior.
 
50. 1909. Tabacaria Londres, loja do prédio nº 144.
 
51. Anos 50. Esta é a quadra entre Rua São José e Rua da Assembleia. Ela permanece com as velhas construções da primeira geração da avenida.
 
52. 1920. Aqui a loja A Capital em detalhes. Rua São José à esquerda.
 
 
53. Cerca de 1906. Notar diversos prédios ainda em construção.
 
 
54. 1906.
 
 
55. 1909. Festejos por ocasião do aniversário do Barão do Rio Branco. Na extrema esquerda vemos uma pequena parte do Hotel Avenida e a esquina da Rua São José.
 
 
55a. Sem data.
 

56. Loja A Capital. Nºs 146-150.

57. Cerca de 1915. À esquerda, fora da foto, está o Hotel Avenida.
 
58. Cerca de 1908. À esquerda o Hotel Avenida em construção.

59. Sem data. Foto obtida do alto do prédio do Jornal do Brasil com a câmera em direção ao final da Av. Rio branco. Vamos as indicações reconhecidas:
1) Associação dos Empregados do Comércio (torre);
2) Clube de Engenharia (antes da esquina da Rua Sete de Setembro);
3) Jornal O Paiz (após a esquina da Rua Sete de Setembro);
4) Hotel Avenida (entre Rua São José e Rua Bittencourt da Silva), vide foto 11;
5) Teatro Municipal (fundos), vide foto 49;
6) Palace Hotel (antes da esquina da Rua Almirante Barroso), vide foto 36a;
7) Morro do Castelo;
8) Morro do Pão de Açúcar;
9) Igreja N. Sra. do Outeiro da Glória;
10) Palácio Monroe;
11) Policlínica Geral do RJ (após a esquina da Rua São José), vide foto 29a;
12) "Prédio ainda existente" (após a esquina da Rua da Assembleia), vide foto 28;
13) Largo da Carioca; e
14) Av. Rio Branco.
 
 
60. Policlínica Geral do Rio de Janeiro localizada na Av. Central, nº 167-171, esquina da Rua São José (à esquerda da foto). Hoje encontra-se na Av. Nilo Peçanha, nº 38. O trecho visto deixará de existir por ocasião do prolongamento desta avenida até as proximidades da Rua Uruguaiana.
 
 
61. Sem data.
 
 
62. Anos 20. Panorama do entorno da policlínica.

63. 1915.  
 
 
64. 1906. Excelente colorização com indicações para melhor posicionamento do visitante.
 
 
65. Nºs 161-165. Esta construção faz esquina com a Rua São José, à direita. É possível vê-la à direita da foto anterior.
 
 
65a. 1960. Av. Rio Branco com Rua São José. Há um desfile militar na avenida em homenagem à visita do presidente norte-americano Eisenhower. Ao fundo está a antiga Lojas do Artigo do Dia. Algum tempo depois a construção baixa passou a ser ocupada pela agência de automóveis Willys e, durante as obras do metrô do Largo da Carioca, todo trecho desapareceu para dar extensão à Av. Nilo Peçanha até a junção com a Rua da Carioca, na altura da Rua Uruguaiana. Na lateral direita, quase fora da foto, fica o terreno onde será erguido em 1970 o Ed. Rodolpho De Paoli.
 
 
65b. 1976. Av. Rio Branco em seu cruzamento com a Av. Nilo Peçanha. À esquerda está o Ed. De Paoli e na direita o prédio com a agência do Itaú no térreo (antiga edificação da foto anterior), na esquina da Rua São José. A seguir vemos com alguma dificuldade uma construção original da primeira geração da avenida, o chamado "prédio ainda existente".

Hotel Avenida
 
 
66. Imagem frontal com destaque para o torreão no alto do prédio. Trata-se da versão original, posteriormente uma obra de expansão agregou, sobre a estação de bondes, uma larga varanda anexa ao restaurante do primeiro andar além de mais um pavimento, o quarto, em suas duas alas.
 
 
67. Cerca de 1910. O hotel na fase final de construção. Observar no fundo, à direita, o chafariz do Largo da Carioca. Ocupava o nº 152-162.
 
68. 1912. O luxuoso Hotel Avenida, dois anos após sua inauguração. Localizava-se nos nºs 152 - 162, entre a Rua Bittencourt da Silva e a Rua São José, ocupando por completo a quadra com quatro entradas para a famosa Galeria Cruzeiro em seu andar térreo. Os fundos estavam voltados para o Largo da Carioca e havia uma estação de bondes coberta voltada para a Av. Central. O prédio foi demolido em 1957 e em seu local foi erguido o famoso e atual Ed. Avenida Central, nº 160.
 
69. Cerca de 1915. O entorno do hotel.

70. Cerca de 1925.
 
71. Começo dos anos 20.
 
72. Sem data. Imagem colorizada extraída de cartão postal.
 
73. 1935. A avenida passa pela transformação desta década quando os prédios da primeira geração deram lugar a outros mais modernos. 

74. 1911. Um bonde com reboque entra na estação do hotel. Eles não trafegavam pela avenida, faziam o contorno pela frente do hotel e seguiam para o Largo da Carioca. 
 
75. O hotel, na sua época, era considerado de primeira linha. Possuia elevador, luz elétrica e telefone em todos os seus 220 quartos. Tinha 60 metros de largura e 23 de altura, equivalente a um prédio de sete andares. Ocupava a quadra inteira entre Rua São José e Rua Bittencourt da Silva.

76. 1913. No fundo à direita o Clube Naval e os fundos do Teatro Municipal e na lateral direita os prédios da Loja A Capital e o Ed. Kosmos já citados antes. Na sequência, após a Rua São José, o Hotel Avenida e o terreno do futuro Liceu de Artes e Ofícios.

77. Anos 20. À direita vemos a Rua São José que antigamente cruzava a Av. Central em direção ao Largo da Carioca. Hoje este trecho é o prolongamento da Av. Nilo Peçanha. Observar que o hotel aqui já possui quatro pavimentos.

78. ???

79. Provável anos 20. Havia duas entradas principais nas esquinas do prédio, próximas à estação de bondes frontal. Aqui vemos uma delas, na Rua São José.
 
 
79a. Anos 20. 
 
80. Final dos anos 10.
 
81. 1906. Notar na lateral esquerda os fundos do Teatro Municipal.
 
 
81a. Cerca de 1913. Prédio do Jornal do Brasil ainda sendo construído.
 
 
81b. 1925.
 
 
81c. Anos 40.
 
 
81d. Começo dos anos 50. À esquerda vemos a Rua Bitttencourt da Silva sentido Largo da Carioca.
 
 
81e. Anos 50.

82. Final dos anos 40. Vemos veículos cruzando a Av. Rio Branco pela Rua São José. No fundo há carros estacionados diante do hotel.
 
83. Anos 40. Notar que, embora o canteiro central tenha sido retirado, os pedestres continuaram a usar a faixa como se fosse calçada.

84. Provável final dos anos 10. No pé da foto está a entrada da Rua da Ajuda.
 
 
84a.  Anos 50. O hotel vive seus últimos dias. A Rua São José é vista em diagonal, à direita, no sentido do Largo da Carioca. Notar as indicações assim como, no canto superior direito, o Morro de Santo Antônio antes de ser arrasado.
 
 
84b. Cerca de 1958. Início das obras de construção do Ed. Av. Central onde se vê um grande terreno vazio. É possível identificar ainda o torreão do Liceu ainda de pé, mas vive seus últimos dias, pois a fachada frontal do prédio voltada para a Av. Rio Branco está cercada por tapumes. Ali será erguida a sede da Caixa Econômica Federal. Os pedestres atravessando a avenida estão na altura da Rua São José. Ao fundo da avenida está a cúpula do Palácio Monroe na Cinelândia. 
 
 
84c. 1958. O velho hotel já foi demolido e começam os trabalhos nas fundações do Ed. Avenida Central, inaugurado em 1961. Na lateral direita está o Ed. da Ordem Terceira (demolido em 1975), encobrindo o Santuário de Santo Antônio.
 
 
84d.  1958.
 
 Esquina da Rua da Ajuda / Trecho em frente ao Hotel Avenida
 
85. 1921. Rua da Ajuda esquina com Av. Rio Branco. O prédio na extrema esquerda é o mesmo visto na extrema direita da foto anterior. O povo se aglomera diante da sede do Jornal A Pátria, visto na esquerda, ao fundo, local onde trabalhava "João do Rio", famoso jornalista que acabara de falecer aos 40 anos. No alto vemos a parte elevada do Morro do Castelo quase no seu limite da Rua São José.

86. Cerca de 1909. Foto obtida da Rua Bittencourt da Silva em direção à Av. Rio Branco com a entrada da Rua Ajuda ao fundo. Observar que o Hotel Avenida, à esquerda, ainda não foi totalmente concluído.  No alto parte do Morro do Castelo. À direita os tapumes da obra de construção do Liceu de Artes e Ofícios (anos depois local da CEF). Com a construção do Metrô, nos anos 70, a Rua Bittencourt da Silva (antiga Rua Santo Antônio) tornou-se local de saída da grande Estação Carioca. Hoje está praticamente intransitável com dezenas de camelôs na calçada vendendo tudo que se possa imaginar.
 
 
87. Observar as indicações com destaque para a Rua da Ajuda na lateral direita, em frente à Rua Bittencourt da Silva, porém diagonalmente com a Av. Central. Na época estendia-se até o antigo traçado da Rua São José, porém hoje termina na Av. Nilo Peçanha (aberta após o desmonte do Morro do Castelo), próximo à atual Praça Mario Lago.
 
 
88. Sem data. Esta excelente aproximação da Rua da Ajuda revela a existência da igreja cujo nome está indicado na imagem. A construção religiosa foi demolida para a passagem da Av. Nilo Peçanha, todavia ainda existe funcionando no térreo de um prédio da nova geração na atual Rua Rodrigo Silva, entre Rua São José e Rua da Assembleia. Destacamos a beleza deste prédio frontal, outro ponto de referência deste trecho. Foi demolido para ceder lugar a um prédio comercial (Ed. Ministro Afrânio Costa, nº 177). A calçada em pedras portuguesas também merece atenção especial pelo traçado em ondas, tal como ocorreu na Praça Floriano (Cinelândia) e, mais tarde, na orla da praia de Copacabana. 
 
 
89. Anos 30. Igreja N. Sra. do Parto. À esquerda, Rua São José e, à direita, Rua Rodrigo Silva (antiga Rua dos Ourives).
 
 
90. Três construções (nºs 173-175-177) em frente ao hotel . O mais à direita fica na esquina da "agulha" da Rua da Ajuda e o do centro tem a sede do Jornal "O Século".
 
 
91. Sem data. 
 
 
92. 1915. Flagrante do despejo da loja "A Tendinha de Liboa", no prédio de nº 173.
 
 
93. 1913. Propaganda "A Saúde da Mulher" no alto do prédio nº 177. No fundo percebe-se um trecho do Morro do Castelo.
 
 
94. 1909.
 
 
95. Sem data.
 
 
95a. 1920. 
 
 
96. Anos 30. Foto tirada da varanda do Hotel Avenida. À esquerda vemos o  prédio citado em fotos anteriores ("agulha" na esquina da Rua da Ajuda) e, à direita, o Hotel Palace.

 
97. Provável anos 40. O prédio atrás do caminhão é o nº 173 e, na lateral esquerda, é atualmente a Av. Nilo Peçanha. 
 
 
98. 1931. Imagem extraída de filme, onde transeuntes caminham pela calçada da avenida atravessando a "agulha" da Rua da Ajuda.
 
 
99. Anos 20. Carnaval em frente ao Hotel Avenida. O prédio no canto superior direito é o Cinema Parisiense e, na lateral esquerda, o prédio nº 173 do Jornal A Manhã. 
 
 
100. Sem data. Prédio do Cinema Parisiense. Fundado em 1907 e fechado em 1954. Nº 179 da avenida, hoje teatro Glauce Rocha. 
 
101. 1907. A entrada do Cinema Parisiense.
 
 
102. 1933. 
 
 
103. Sem data. O prédio antigo foi derrubado e um maior foi erguido no local.
 
 
104. Provável anos 70. O pequeno Cineac Trianon foi inaugurado em 1938 encerrando suas atividades em 1973. À esquerda está o Teatro Glauce Rocha, já citado. O prédio do cinema foi demolido dando lugar ao Ed. Século Frontin (nº 181), ao lado do Ed. Marquês do Herval (à direita, fora da foto).

105. Anos 50. Grande movimento na entrada do Cineac. 
 
 
106. Anos 50. Mesmo dia da foto anterior. Vale o registro do letreiro da Rádio Globo na sobreloja do prédio ao lado do Cineac.
 
 
107. Anos 40. Carnaval. 
 
108. Anos 50. Fila de ônibus em direção à Praça Mauá, em frente ao Cineac e ao Teatro Glauce Rocha. No canto inferior direito está a "agulha" da Rua da Ajuda.

Estação de bonde / Galeria Cruzeiro / Agitação ao lado do Hotel Avenida

109. 1909. Carnaval na esquina da Rua São José. Observar ao fundo o prédio do Clube Naval sendo construído e, após o Hotel Avenida à direita, o terreno onde será erguido o novo Liceu de Artes e Ofícios.

110. 1909. O fotógrafo girou 180º e captou esta imagem do outro sentido da avenida. Notar no alto esquerdo o prédio do Jornal do Brasil ainda inconcluso. 

111. 1914. Detalhe da estação de bondes do hotel.
 
112. Cerca de 195.

113. 1914. Um dos pontos mais movimentados da cidade.

114. 1922. 

115. 1931.
 
116. 1930. O bonde dobrará a esquerda, na Rua São José, e seguirá para o Largo da Carioca, nos fundos do hotel, rumo à Praia Vermelha, seu destino final. É curioso notar a quantidade de homens, todos de chapéu, conversando nas imediações a indicar ser ali ponto de encontro.

117. 1924. Carnaval.
 
118. 1915. O cotidiano ao redor do hotel. Vemos o prédio da Loja "A Capital" em cujo térreo havia o Café Bellas Artes com mesas na calçada e grande movimento de clientes.
 
119. 1912. Elegância.
 
120. Anos 20. Foto tirada da calçada do hotel com a câmera voltada em direção à Cinelândia. A esquina à direita é a Rua Bittencourt da Silva e, do outro lado da Av. Central, o começo da agulha da Rua da Ajuda. Um detalhe curioso chama a atenção: na entrada desta rua há um prédio com letreiro terminado com "NSE". Trata-se do Cinema Parisiense. O grande prédio, atrás das árvores, é o Hotel Palace, na esquina da Av. Almirante Barroso (antiga Rua Barão de São Gonçalo).
 
121. Provável anos 30. Observar que a cobertura da estação de bondes sofreu modernização com a instalação de uma varanda acima, conforme já comentado antes.

122. Sem data. Visão interior da estação de bondes, antes da reforma. Observar os trilhos na pista.

123. Após a reforma.

124. Anos 50. O mesmo local da foto anterior.

125. Anos 40. A Galeria Cruzeiro foi aberta pouco antes da inauguração do Hotel Avenida. Leiteria e Sorveteria Mineira à direita.
 
126. 1957. O coração da galeria. Laranjada Brasil ao fundo. Outras lojas famosas: Maison Nuguet e Restaurante Franziskaner.

127. Sem data. Loteria Sonho de Ouro à esquerda. Ao fundo há uma seta escrito Caldo de Cana.
 
128. 1910. A Leiteria e Sorveteria Mineira localizada no interior da Galeria Cruzeiro. Ao que tudo indica a via ao fundo é a Rua São José.

129. 1910. Lá no fundo é a entrada pelo interior da galeria. A leiteria, após a demolição do prédio do hotel, em 1957, passou a funcionar na Rua da Ajuda, nº 35, perto da Av. Rio Branco e continua lá ainda hoje.

130. Anos 50. À esquerda, a entrada da citada sorveteria pela Rua São José. Ao lado havia uma barbearia: Salão Central.

131. 1957. Este é o Bar Brahma localizado na esquina da Rua São José com Av. Rio Branco. Há referêcias que atestam ter sido aqui a fundação do Cordão do Bola Preta em 1918. No lado esquerdo, fora da foto, está a estação de bondes coberta pela varanda do hotel. Observar a direção dos trilhos entrando na Rua São José, à direita. 

132. Não podemos esquecer do famoso Café Nice, localizado numa das lojas externas do Hotel Avenida (nº 174), esquina com Rua Bittencourt da Silva. Aberto em 1928 e fechado em 1954, foi um dos locais da avenida com maior presença de gente famosa ligada a música e a boemia carioca.
 
133. Cerca de 1958. Imagem de baixa qualidade extraída de filme do Arquivo Nacional. Lá no fundo parece ser a "agulha" da Rua da Ajuda.
 
Hotel Palace 
 
134. 1914. Foto obtida do Hotel Avenida em direção ao final da Av. Central, na Cinelândia.

135. 1922. O Palace Hotel foi, durante anos, um referencial neste trecho da avenida. Na imagem acima vemos no canto inferior direito a esquina da Rua Bittencourt da Silva e, no esquerdo, o que restou da Rua da Ajuda após a abertura da Av. Central. O hotel foi demolido no começo da década de 50 e em seu lugar ergueu-se o sinuoso Ed. Marquês do Herval, ainda hoje de pé.
 
136. Mesmo ângulo da foto anterior, provavelmente obtida da varanda do Hotel Avenida. No canto inferior direito está o prédio do Liceu de Artes e Ofícios e o Cinema Central.
 
137. Os dois prédios localizados na lateral esquerda do Hotel Palace: nºs 181 e 183. O da esquerda abrigou o Cinema Parisiense. Vide foto anterior.
 
138. Sem data. Outra foto obtida da varanda do Hotel Avenida.
 
139. 1908. Observar que esta foto provavelmente foi obtida de algum janela do, ainda em construção, Hotel Avenida, não visível. Em primeiro plano está o antigo prédio do Liceu de Artes e Ofícios e mais acima o Clube Naval em fase final de obras. Do outro lado da avenida vemos os terrenos já delimitados para o Palace Hotel e dos prédios do Jockey Clube e Derby Clube, no outro lado da esquina da Rua Barão de São Gonçalo (atual Av. Almirante Barroso). No alto à esquerda está um trecho do Morro do Castelo onde se localizava a Igreja de São Sebastião.
 
140. 1919. O hotel (nº 185), foi inaugurado em 1908. Um pouco adiante, na mesma calçada, vemos a entrada da Rua da Ajuda, em frente ao Hotel Avenida.

141. Sem data. O Palace Hotel rivalizava com o Hotel Avenida a poucos metros dali.
 
142. Sem data.

143. Cerca de 1910. Conforme indicado, o Teatro Fênix, era seu vizinho adjacente na atual Av. Almirante Barroso.

144.  Cerca de 1920. É possível observar o final da Av. Almirante Barroso, após o Teatro Fênix. A Rua México nem existia e a região de acesso ao Morro do Castelo chamava-se, neste ponto, Chácara da Floresta.
 
145. 1926. Alguns prédios da primeira geração da avenida já haviam sido demolidos para a construção de outros mais modernos. O último andar do hotel sofreu acréscimo nas laterais. Notar também que o Morro do Castelo já se foi.
 
146. Provável anos 40. Casal elegantemente trajado caminha na calçada diante do Palace Hotel. O letreiro ao fundo não deixa dúvida. 

147. 1934. 
 
148. 1945. Ano de campanha eleitoral na esquina da Av. Almirante Barroso.
 
149. Anos 30. Foto tirada de alguma janela alta do Clube Naval. Vamos aos detalhes: No lado esquerdo está o prédio do Liceu de Artes e Ofícios e sobre ele o torreão do Hotel Avenida. Na direita vemos o Palace Hotel, mais adiante, a entrada da Rua da Ajuda, em diagonal, com o prédio característico daquela esquina e, no fundo central, o mais novo Ed. Guinle, na esquina da Rua Sete de Setembro.

150. Cerca de 1920. O hotel visto de ângulo pouco comum, do alto do Morro de Santo Antônio. A antiga Rua Barão de São Gonçalo, atual Av. Almirante Barroso, é vista no pé da imagem em direção ao sopé do Morro do Castelo. Na extrema esquerda está a "agulha" da Rua da Ajuda, em frente ao Hotel Avenida, fora desta imagem. Ainda é possível identificar a Ilha Fiscal quase no canto superior esquerdo.
 
151. Sem data. Atenção para as indicações esclarecedoras.
 
152. 1958.  Esta é a esquina da Av. Rio Branco com Av. Almirante Barroso. O fotógrafo está de costas para o Clube Naval com sua câmera voltada para o Ed. Marquês do Herval, inaugurado em 1956 no local do antigo Palace Hotel.

153. Anos 50. Ed. Marquês do Herval ao lado da Av. Almirante Barroso vista em profundidade em direção ao Castelo. No pé da imagem está o terreno do antigo Liceu de Artes e Ofícios cercado para as obras de construção da sede da Caixa Econômica Federal.
 
Av. Almirante Barroso
 
 
154. 1907. Os fundos do Teatro Municipal ainda em construção. O fotógrafo está na esquina da Rua Barão de São Gonçalo (atual Av. Almirante Barroso). 
 
155. 1971. No canto superior direito está o Ed. Marquês do Herval com a loja de classificados de O Globo no térreo. À esquerda vemos o prédio da Caixa Econômica e o Ed. Avenida Central.

156. 1982. A mesma esquina de antes. O "frescão" entra na Av. Almirante Barroso, provavelmente em direção ao Terminal Garagem Menezes Cortes.

157. 1910. O Teatro Phoenix foi construido entre 1905 e 1908, ficando de pé até 1950. À direita a futura Rua México. Rua Barão de São Gonçalo, nº 63.

158. Cerca de 1920. Havia uma entrada exclusiva para veículos. Na lateral direita a Rua México sem urbanização e acima o Morro do Castelo.
 
159. 1914. Aqui podemos observar os magníficos detalhes da construção. Chamamos sua atenção para a escultura no topo frontal da edificação. Construído a princípio para abrigar um cinema e uma casa de músicas. Trocou de nome diversas vezes entre cinema e teatro até 1948.  Em 1950 foi demolido e em seu lugar construído o Ed. Cidade do Rio de Janeiro, de 29 andares, ainda hoje de pé. Av. Almirante Barroso, nº 63.

160. Provável anos 40. 

161. 1934. Atrás do teatro vemos os fundos do Hotel Palace.
 
162. Provável anos 40. O prédio visto após a Rua México ainda está de pé. Nº 158, onde funciona o Ministério Público Federal.
 
163. 1921. Av. Almirante Barroso, pouco antes da demolição do Morro do Castelo, visto ao fundo. Observar a última edificação à esquerda, trata-se do Teatro Fênix. O fotógrafo deve estar posicionado bem no meio da Av. Rio Branco, na "ilha" redonda com poste, visto no centro da foto 151.
 
164. Anos 50. Ed. Mayapan, apelidado de "Bolo de Noiva" devido a sua decoração rendilhada na fachada. Av. Almirante Barroso, nº 91, esquina com Av. Almirante Graça Aranha (à esquerda). Lançado em 1940.
 
 
164a. Sem data. Trecho da Av. Almirante Barroso, nos fundo do Teatro Municipal. Observar no alto seu terraço inclinado. O prédio na extrema esquerda é o Clube Naval ao lado da espremida Rua Vieira Fazenda. Neste local atualmente está o Ed. Octávio Noval, nº 22.

Joquey Clube / Derby Clube / Clube Naval

165. Anos 20. Prédio do Jockey Clube na esquina da Av. Almirante Barroso e seu vizinho, à direita, Derby Clube. Um pouco mais à direita, por trás das árvores, está o Museu de Belas Artes. Os dois clubes se associaram em 1932 dando origem ao Jockey Clube Brasileiro.
 
166. 1915.
 
167. Cerca de 1915.
 
168. Provável anos 30. Av. Rio Branco, nº 187.

169. Cerca de 1920. O prédio foi inaugurado em 1913 e demolido em 1972.
 
170. Sem data. Derby Clube. Na extrema direita a lateral do Museu de Belas Artes e a pequenina Rua Heitor de Mello de apenas uma quadra, ligando a Av. Rio Branco à Rua México. Hoje não há tráfego de veículos por ali.
 
 
171. Sem data. O hipódromo do Derby Clube se localizava onde hoje fica o Estádio do Maracanã.

172. Provável anos 50. A cobertura sofreu modificação.
 
173. Anos 70. Av. Rio Branco, nº 189. No fundo, à esquerda, está o Ed. Marquês do Herval.

174. 1940.

 
175. 1971.  
 
176. Cerca de 1970.

177. 1972. O começo da demolição do prédio. Após a derrubada dos dois prédios vizinhos, foi construído no local, em 1981, o Ed. Linneu de Paula Machado, nome do primeiro presidente do clube após a fusão.

178. Provável anos 20. Esta foto esclarece a posição dos prédios deste trecho da Av. Central.
 
179. 1920. Solenidade na avenida em homenagem a visita do Rei da Bélgica, Alberto I (1874-1934). O monarca e sua esposa, Rainha Elisbeth (1876-1965), estiveram no Brasil por 25 dias. A chegada da comitiva real ocorreu no Rio de Janeiro seguindo para Teresópolis, Petrópolis, Belo Horizonte, São Paulo, Santos e retornando ao Rio para o embarque de volta à Europa.
 
180. Provável anos 20. O fotógrafo está na lateral do Teatro Municipal com sua câmera voltada em direção ao Hotel Palace, visto ao fundo. Os pedestres caminham diante do recuo para veículos que antes existia neste lado do teatro. Na lateral direita está a então Escola de Belas Artes seguida pelo prédio do Derby Clube.
 
181. Clube Naval. Outro raro exemplo de preservação. Inaugurado em 1910.

182. Sem data. A construção sofreu acréscimo de andares ao longo dos anos. Av. Rio Branco, nº 180.
 
183. 1945. Registro histórico de pracinhas brasileiros desfilando pela Av. Rio Branco, no sentido Cinelândia, após retornarem da Itália. A tropa está passando ao lado do Teatro Municipal e o Clube Naval, após cruzar a Av. Almirante Barroso.

184. Cerca de 1909. O mesmo trecho anterior da avenida.
 
Liceu de Artes e Ofícios

185. 1920. Liceu de Artes e Ofícios, localizado ao lado do Hotel Avenida (aqui não visível), após a Rua Bittencourt da Silva. Ocupava toda a quadra com os fundos voltados para o Largo da Carioca.
 
186. 1959. Foto tirada do alto do Ed. Marquês do Herval. Vemos em primeiro plano os fundos do Liceu de Artes e Ofícios (demolido para a construção da sede da Caixa Econômica). À esquerda está a parte final da Av. Almirante Barroso até o encontro com a Estação de Bondes do Largo (Tabuleiro da Baiana). No alto vemos os trabalhos de demolição do Morro de Santo Antônio e mais à direita o convento de mesmo nome, ainda hoje no local.

187. Anos 20. Entrada do Cinema Central situado no prédio do Liceu, esquina da Rua Bittencourt da Silva. Este cinema funcionou de 1919 até 1929 quando passou a se chamar Cine Eldorado até 1951, quando fechou.
 
188. 1920.
 
189. Réveillon de 1921-1922 em frente a Rua Bittencourt da Silva. Observar à esquerda o Cinema Central.

190. Provavel anos 50. Esta é a entrada principal do Liceu voltada para a Av. Rio Branco, nº 166-168.

191. 1958. No pé da imagem o terreno do antigo Hotel Avenida seguido pelo terreno do liceu. Ambos irão desaparecer.

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