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terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

TIJUCA - Outras ruas e locais

 Rua Barão de Mesquita

 
1. Anos 50. Altura do Colégio Militar, cujo muro se nota na lateral esquerda.

2. Anos 50. Mesmo trecho anterior com o fotógrafo bem próximo ao cruzamento com a Rua São Francisco Xavier.

3. 1955. O mesmo cruzamento acima citado. A via em profundidade é a Rua São Francisco de Xavier no sentido da entrada do Colégio Militar. O bonde vem da Rua Barão de Mesquita.

3a. Provávem anos 50. O mesmo cruzamento, agora em foto tirada da Rua Barão de Mesquita com a câmera em direção à Rua Paula Matos. Na lateral direita está o muro do CMRJ.

 
3b. Final dos anos 50. Lanchonete Mac's localizada na mesma esquina anterior. Segundo consta era propriedade do humorista Castrinho que seria este baixinho ai à esquerda. Ele inclusive foi aluno do Colégio Militar, bem ao lado.

 
4. 1908. 6º Batalhão da Polícia Militar, nº 625, em frente  a Rua Pontes Correia. O belo prédio foi construído no ano anterior.

 
5. 1928. Aqui o fotógrafo está de costas para o Batalhão da PM com sua câmera apontada para a Rua Pontes Correia. O prédio na extrema direita ainda existe e na outra esquina há um Posto de Gasolina ALE.

 6. 1915. Esquina da Rua Uruguai (à esquerda), local muito próximo ao da foto acima. A construção vista não existe mais e no local há um estacionamento horroroso.
 
6a. Sem data. Cruzamento com Rua Uruguai. Ao fundo é o sentido do Grajaú.

  
7. Anos 70. Posto de Gasolina Esso localizado na confluência da Rua Barão de Mesquita (passando à direita do caminhão parado) e a pequena e sinuosa Rua Soriano de Souza (à esquerda). O posto ainda existe no local, contudo sem bandeira. A construção vista na Rua Barão de Mesquita é a antiga Fábrica de Tecidos Botafogo (nº 314) onde hoje está localizado o Tijuca Off Shopping.
 
7a. 1929. Garage Tijuca, nº 339, bem próximo ao local da foto anterior. Seria onde hoje existe a entrada da garagem do Supermercado Mundial estendendo-se até a esquina da Rua General Roca. O conceito de "garage" antigamente era mais amplo ao conhecido hoje. Além de estacionamento coberto, vendia-se acessórios, combustíveis e realizava-se serviços de mecânica, lavagem e lubrificação.

 

8. 1962. Trânsito no sentido da Rua Maxwell e a Rua Ferreira Pontes à direita, já no Andaraí. Ao lado do ônibus que vem em sentido contrário está localizado hoje o conjunto residencial conhecido como "Tijolinho" (antiga América Fabril Tecidos).

8a. Cerca de 1925. Ambulatório da Fundação Gafrée & Guinle, nº 955, próximo a Rua Botucatu, já no Andaraí.

9. 1973. Trecho próximo à Rua Adolfo Mota (à direita). Ao fundo vemos a Igreja de Santo Afonso, na Rua Major Ávila.

9a. Provável anos 50. O bonde sobe a rua no sentido Grajaú, esquina com Rua Major Ávila. Atrás dele, encoberta, está o começo da Rua Santa Sofia. É o trecho bastante próximo ao da foto acima.

9b. 1966. Autorama Center, nº 205A. O brinquedo era uma febre entre a garotada. Os meninos levavam seus próprios carrinhos para as pistas e promoviam competições. Havia lojas deste tipo em vários bairros da cidade e pagava-se aluguel para usar.

10. Provável anos 60. Colégio Marista São José unidade Barão de Mesquita (nº 164). O colégio católico foi aberto em 1928 como externato masculino. Anos depois esta unidade assim como a principal da Rua Conde de Bonfim, na Usina, passaram a receber estudantes nos dois turnos assim como deixaram de ser exclusivos para meninos. Em 1997 a unidade vista na foto foi desativada, contudo em 2015 voltou a funcionar como unidade de ensino médio em tempo integral.

10a. Sem data. A entrada do colégio.

Rua São Francisco de Xavier

 
11. 1941. O final da rua, quase no começo da Rua 24 de Maio. Notar à direita o muro que separa a linha férrea da Central do Brasil.

12. Sem data. Casarão nº 90 da rua. Hoje existe pppum prédio de apartamentos com uma loja de automóveis usados no térreo, em frente ao Colégio Orsina da Fonseca.
 
13. Sem data. Extinta casa de dois pavimentos existente no nº 412, esquina com Rua Artur Menezes. Hoje no local há um prédio de dez andares.

13a. Anos 60. Cinema Maracanã, nº 450, esquina com Av. Professor Manoel de Abreu. Foi aberto em 1932 e funcionou até 1964 quando o prédio foi desapropriado e demolido para a retificação do Rio Joana. Hoje no local existe um posto de gasolina Shell.
 
14. Anos 50. Nº 63 onde funcionava um centro espírita, aqui visto em dia de São Cosme e Damião. Este trecho deixou de existir nos anos 70 para a construção da Estação do Metrô São Francisco Xavier.

14a. Provável anos 50. Largo São Maron, localizado no encontro da Rua Dr. Satamini (em primeiro plano) com Rua São Francisco Xavier (à esquerda, fora da foto). A rua vista ao fundo é a Rua Heitor Beltrão no trecho onde o Rio Trapicheiro corre a céu aberto. Esta região foi bastante modificada após a construção da estação do Metrô nos anos 70.

  

15. 1965. Rua São Francisco de Xavier ao unir-se com a Av. Radial Oeste, atual Av. Rei Pelé (pista dupla em curva), oriunda do Maracanã (no canto superior direito). Observar que alguns barracos da Favela do Esqueleto ainda resistiam nas margens daquela avenida. A rua transversal vista à direita é a Rua Oito de Dezembro. Toda essa região foi muito alterada após a extinção da favela e a construção da atual UERJ.

 
 16. 1972. Próximo ao trecho anterior no sentido Rua 24 de Maio. A pista em aclive, no centro alto, é o final da Rua Marechal Rondon. O muro de pedras visto no outro lado ainda existe e, na calçada da lateral direita da imagem, há atualmente uma sequência de pequenas lojas de mecânica, elétrica e peças de motocicletas.

 
16a. 1974. Esses veículos estão vindo do final da Rua Marechal Rondon e acessando a pista de retorno. Ao fundo vemos o Viaduto da Mangueira. A foto anterior mostra este trecho encoberto por um poste.

 
16b. 1964. Um bonde segue a via em direção ao Maracanã próximo à esquina da Rua Sousa Dantas, vista à direita, após os tapumes.

 
17. Cerca de 1907. Colégio Militar do RJ, nº 267, em frente a Rua General Canabarro. Notar ao fundo a Pedra da Babilônia.
 
17a. 1907. Antiga usina de eletricidade existente na área do colégio. Na foto anterior é possível vê-la à direita após o portão de entrada. Depois de extinta, a construção foi preservada e hoje abriga a secretaria do colégio.

17b. Cerca de 1910.
 
 
18. Anos 10. Entrada do colégio à esquerda.

19. 1912. O colégio foi fundado em 1889 para servir aos filhos dos soldados mortos na Guerra do Paraguai (1864-1870). Em 1989, ano do centenário da Casa de Thomaz Coelho, como ficou também conhecido o terreno do colégio, foi permitido o ingresso de meninas.

 
20. Anos 30.

 
21. Anos 50.

 
22. Provável anos 60. Capela N. Sra. das Graças, inaugurada em 1949, no interior do colégio, próxima ao portão de entrada.
 
23. Sem data. Palacete Babilônia, também conhecida como "Casa Rosa" teve sua construção iniciada em 1864. Antiga propriedade do Conde de Bonfim, Barão de Mesquita e Barão de Itacuruçá, atual sede do Comando do Colégio Militar. Tombado IPHAN em 2000.
 
24. Provável anos 10. Formatura de alunos na Praça Thomaz Coelho. Pouca coisa mudou neste visual hoje em dia.
 
25. Sem data. O "Pavilhão dos Pilotis" em frente ao Pavilhão Felizberto de Menezes.
 
25a. 1961. À esquerda vemos o característico muro do Colégio Militar. Talvez seja na Rua Barão de Mesquita.

   

26. 1910. Antigo Instituto Profissional Feminino, atual Escola Municipal Orsina da Fonseca, nº 95.

27. 1908. Nos anos 60 o antigo prédio foi demolido e substituído por um mais moderno existente ainda hoje, ao lado da Igreja de São Francisco Xavier.

28. 1908. A instituição de ensino foi fundada em 1877 como uma das Escolas do Imperador. 
 
28a. Sem data.
 
29. 1910. Visão do pátio interno.
 
30. 1817. Tela de Thomas Ender destaca a Igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho. O templo religioso foi construído pelos jesuítas no século XVI a partir de uma ermida. É possível que tenha trocado para o nome atual a partir de 1622 quando foi canonizado São Francisco Xavier. Em 1795 foi elevada à categoria de Paróquia Matriz, a primeira da Tijuca. No século XIX sofreu várias reformas que lhe deram a aparência atual.
 
31. 1906. Vista do portão de entrada, nº 75.
 
32. 1908. A alameda principal de entrada margeada por palmeiras imperiais.
 
33. Sem data.
 
34. 1911. Fiéis festejam a Semana Santa na porta da igreja.
 
35. Sem data.
 
36. Sem data.

37. Anos 60.
 
38. 1977. Obras da Estação São Francisco Xavier do Metrô. Por pouco a centenária igreja não foi sacrificada, mesmo assim perdeu boa parte de seu terreno para construção das escadas de acesso a estação. Notar o Rio Trapicheiros ainda a céu aberto neste trecho.

39. Anos 70. No canto inferior esquerdo vemos o final da Rua Doutor Satamini que, ao cruzar com a transversal vista (Rua São Francisco Xavier) se une à continuação da Av. Heitor Beltrão, cujo traçado original terminava no canto inferior direito, onde circula um ônibus. Na parte central do pé da imagem será criada em 1981 o pequeno Largo São Maron e, após a Rua São Francisco Xavier, a Praça Carlos Paolera que fica exatamente sobre a estação.

40. 1982. Após a conclusão das obras da estação do Metrô e da urbanização do espaço ao redor. A Praça Carlos Paolera, já citada, é vista aqui em forma de "gota". O novo traçado da Av. Heitor Beltrão começa onde são vistos dois ônibus parados na praça e segue em direção à Praça Saenz Peña, sempre acima da linha do trajeto do Metrô. Observar na lateral da igreja o quanto do seu terreno foi sacrificado.
 
40a. 1927. Reidência do Sr. José Alves da Motta localizada no nº 19, próxima ao Largo da Segunda Feira.

40b. 1927. Residência do Sr. Severino Pereira da Silva, nº 25.

Rua Mariz e Barros / Rua Almirante Cochrane

 
41. 1909. Trecho indeterminado da Rua Mariz e Barros.
 
  
42. 1910. Pós temporal em trecho não identificado.

43. Anos 20. Nº 354, ao lado da Basílica de Santa Terezinha.

 
44. 1917. Cruzamento com a Rua São Francisco Xavier.
 
 44a. Anos 30. O cruzamento à frente, parece ser o mesmo anterior.
 
44b. 1965. Um bonde vira na Rua Mariz e Barros em direção à Praça da Bandeira, oriundo do Largo da Segunda Feira, pela Rua São Francisco Xavier. Ao fundo, encoberta pelo bonde, está a Rua Almirante Cochrane.
 
45. Sem data. Cruzamento que não existe mais: Rua Almirante Cochrane com Rua Conde de Bonfim. 

45a. 1929. Rua Almirante Cochrane em trecho não identificado.
 
46. Sem data. Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG), vinculado à UNIRIO e localizado na Rua Mariz e Barros, nº 775. Inaugurado em 1929.
 
47. 1929. O hospital ocupa um grande terreno e seus fundos, aqui vistos, estão voltados para a Rua Silva Ramos.
 
47a. Cerca de 1929. Outra imagem dos fundos.
 
47b. Anos 20. Detalhe da construção da torre da caixa d'água. As obras duraram 6 anos, de 1923 a 1929.
 
47c. Provável anos 50. Calçada diante do hospital.
 
48. Anos 50. Trecho não identificado da Rua Mariz e Barros.
 
 
48a. Cerca de 1966. Trecho próximo à Rua Lúcio de Mendonça, onde hoje há uma agência do Banco do Brasil.

48b. Começo dos anos 50. Agência Hugo de Automóveis situada na Rua Mariz e Barros, nº 774, esquina com Rua Visconde de Cairú (à esquerda), em frente ao citado hospital. O antigo prédio visto não existe mais.
 
48c. 1904. Asilo Isabel (datado de 1891, depois Instituto Isabel), localizado na Rua Mariz e Barros, nº 612, em frente à Rua Afonso Pena. Ou seja, é o mesmo trecho da foto anterior, fora da imagem, à direita. O prédio do instituto foi abaixo há poucos anos juntamente com sua igreja e um posto de gasolina. No enorme terreno, ao lado da minúscula Travessa São Silvestre, foi construido um moderno condomínio de quatro blocos de dez andares: Parque Archer Tijuca.
 
49. Sem data. Instituto Guanabara, nº 420-382. Hoje funciona como Colégio e Curso Miguel Couto.

 50. 1926. Basílica de Santa Terezinha do Menino Jesus em final de construção. Observar a sua torre sineira, nos fundos, ainda com andaimes.
 
51. 1930. Rua Mariz e Barros, nº 354.

52. 1936. Instituto Nacional de Educação, atual Instituto Superior de Educação do RJ - ISERJ, a partir de 1997. Fundado em 1880 como Escola Normal da Corte até 1932 quando passou a ser chamado de Instituto de Educação da Guanabara.

53. 1934. Rua Mariz e Barros, nº 273. Antes de se estabelecer na Tijuca o instituto ocupou outros locais: nas instalações do Colégio Pedro II (Av. Marechal Floriano), Escola Politécnica (Largo de São Francisco de Paula), Escola Rivadávia Correia (Praça da República) e, por último na Escola José Pedro Varella (Largo do Estácio).

54. 1942. Saída das "normalistas", assim chamadas as futuras professoras.
 
55. 1946.

55a. Sem data.

56. Anos 50. O lindo prédio em estilo neocolonial.

57. Sem data. Solenidade civil no pátio interno.
 
57a. 1937. 

58. Anos 60. Excelência em educação escolar para jovens mulheres.
 
58a. 1973. Cerimônia de formatura das normalistas.
 
59. Final dos anos 20. Registro do começo da construção da sede própria do instituto, concluída em 1930. Notar ao fundo a Basílica de Santa Terezinha (vide foto 50).

60. 1932. O complexo educacional e toda sua vizinhança. No canto superior esquerdo está a Rua Felizberto de Menezes e na extrema esquerda baixa o terreno do atual Colégio Estadual Antônio Prado Jr.
 
Rua General Roca

 
61. 1919. Pela inclinação descendente da rua, é possível que seja no trecho próximo à Rua dos Araújos.
 
Rua Bom Pastor 
 
62. 1925. Trecho não identificado.

63. Anos 10. Fábrica de Tecidos Bom Pastor, nº 33.
 
63a. Sem data. Antiga entrada do Hospital Evangélico, inaugurado em 1912, nº 295. Hoje está integrado a Rede Hospital Casa.

63b. Sem data. Convento Bom Pastor, nº 481. Criado em 1895 para orientação religiosa feminina assim como atendia moças em situação de risco. Em 1910 o convento foi ampliado e concluída a Igreja Bom Pastor. Até fins de 1980 funcionou com este propósito e em seguida passou por um longo período de abandono. Em 2012 foi restaurado preservando sua arquitetura original para lofts, entretanto no terreno dos fundos foram erguidas duas torres residenciais de 12 andares: Cond. Ed. Atrium. 
 
63c. Sem data. A ampliação de 1910 ainda não havia sido executada.
 
63d. Imagem recente. A entrada para os lofts (no prédio antigo) e condomínio (as torres ao fundo) está na parte central da imagem. Mais a direita há a entrada para a igreja.

Rua Santa Sofia
 
64. 1930. Pela "quebra" da esquina vista no canto inferior direito, é possível que este trecho seja o final da via, próximo à Praça Hilda.
 
Rua Santa Luiza

  
65. 1910. Não foi possível identificar o trecho.

 
66. 1940. Após fortes chuvas.
 
Rua Senador Furtado
 
67. Anos 10. Trecho não identificado.
 
 
67a. 1969. Ao fundo identifica-se o Instituto de Educação, na Rua Marriz e Barros.
 
Rua Melo Matos

68. Década de 60. Casa de Trás Os Montes e Alto Douro, nº 19, próximo ao Largo da Segunda Feira. O clube português se expandiu, porém o casarão ainda existe.
 
68a. 1961. O fotógrafo está de costas para a Rua Haddock Lobo.

68b. 1963. A Kombi à esquerda está na calçada de um posto de gasolina existente ainda hoje. O trânsito de veículos está invertido atualmente, tipo mão inglesa.
 
68c. Sem data. Casarão ainda existente no nº 29.

68d. 1932. Atualmente no local funciona a Liga Libanesa do Brasil.
 
68e. 1965. O prédio à direita é o Ed. Melo Matos (nº 20) e os dois casarões à esquerda foram demolidos para a construção, em 1999, do moderno Ed. Sulymar Machado (nº 24).

Rua Maxwell
 
69. 1934. A via passa por obras de urbanização na esquina com Rua Uruguai, vendo-se ao fundo a torre da Fábrica de Tecidos Confiança. A construção em destaque ainda existe, embora tenha sofrido modificações.

Av. Heitor Beltrão

 
70. 1929. Original traçado da avenida na curva que o Rio Trapicheiros faz próximo à Rua Professor Gabizo (atrás do fotógrafo). Observar à direita do poste visto ao fundo, as torres sineiras da Igreja de São Francisco Xavier, situada na rua de mesmo nome.
 
 
70a. 1929. Conjunto de três casarões geminados. Apenas o do centro sobreviveu, altura do nº 10, quase esquina com Rua Professor Gabizo (à direita).
 
Rua José Higino

71. 1935. Antiga Cia. Cervejaria Hanseática, depois Brahma, depois Supermercado Extra, atual Rede Atacadista Assaí, nº 115-121, esquina com Av. Maracanã.

 
72. Sem data. 
 
72a. 1912.
 
72b. Cruzamento com a Av. Maracanã, sobre o rio de mesmo nome.

RuaMaria Amália

  
73. 1967. Ao fundo passa a Rua José Higino, próximo à extinta fábrica da Cervejaria Brahma.
 
Rua Agostinho de Menezes
 
73a. 1967. Ao que tudo indica ao fundo fica a Rua Maxwell.

73b. 1958. Nesta época a rua se ligava à Rua Barão de Mesquita vista no pé da imagem, próximo ao nº 464, do outro lado do atual Sesc - Tijuca. O prédio antigo à direita foi demolido para se construir a entrada da via alinhada com as casas já existentes. Ao fundo, à esquerda, vemos a chaminé da antiga Fábrica de Tecidos Confiança, hoje Supermercado Extra Boulevard, na Rua Maxwell.
 
73c. 1958. 
 
Rua Barão de Itacuruçá
 
74. Sem data. Colégio Baptista, fundado por missionários batistas americanos em 1908.

  
75. Sem data. Em 1911 o colégio adquiriu um terreno da antiga chácara de propriedade do Barão de Itacuruçá e, em 1917, foram inauguradas suas novas instalações na Rua José Higino, nº 416.

76. Sem data. Agora Colégio Batista Shepard.
 
Rua Pontes Correia 

 
77. 1927. Sentido Rua Maxwell.
 
77a. 1960. O final da Rua Pontes Correia ao encontrar a Rua Indaiaçu (à esquerda), no Andaraí.
 
Rua Severino Brandão 
  
77a. Anos 40. Esta via liga a Av. Maracanã à Rua Barão de Mesquita (junto ao muro do Colégio Militar).
 
Rua Uruguai

  
78. 1957. A partir da altura da Rua Homem de Melo.
 
78a. Sem data. Casarão de família situado no nº 574, local do atual Country Clube Tijuca.
 
78a. 1968. Esquina com Rua Ladislau Neto (à esquerda). O ônibus 415 segue a via em mão dupla em direção à Rua Maxwell.
 
79. 1982. Antigo casarão localizado na Rua Uruguai quase esquina da Av. Maracanã (passando à esquerda) durante a Copa do Mundo da Espanha. No local hoje existe um edifício residencial moderno, nº 371.
 
79a. 1988. Estragos do temporal que desabou na cidade e fez transbordar o Rio Maracanã. Mesmo trecho anterior, cujo cruzamento com à Av. Maracanã está ao fundo.
 
79a. 1962. Esquina com Rua Santa Amália, vista na extrema direita onde começa a subida para o Andaraí.

79b. Cerca de 1970. Confeitaria Ponto de Ouro, ainda existente na quadra entre Rua Conde de Bonfim e Rua Andrade Neves. Observar, ao lado, a portaria do Ed. Iracena Uruguai (de 1967), nº 468.

80. Sem data. Trecho em obras não identificado, contudo podemos notar ao fundo o Morro do Corcovado.
 
Rua Radmaker

 
81. Anos 60. O fotógrafo de costas para a Rua Conde de Bonfim.
 
Rua Doutor Satamini
 
82. 1979. As escavações para a construção da linha 1 do Metro. A via perpendicular sem saída é a Rua São Vicente que hoje, ao cruzar a Satamini, entra na ladeira que leva ao Hospital São Vicente de Paula e à Igreja da Medalha Milagrosa.
 
83. Sem data. Observar a Igreja dos Capuchinhos vista de fundos e os casarões da rua neste trecho nas proximidades da Rua Alberto de Siqueira, cuja entrada é vista na parte baixa da lateral direita da imagem.
 
84. 1908. Extinta Fábrica de Chapéus Souza & Machado localizada, nº 2, próximo à Rua São Francisco Xavier.
 
Rua Enes de Souza

85. 1912. Escola Prudente de Morais localizada, nº 36. O belo prédio ainda existe tendo sido tombado em 1990.
 
Rua Alzira Brandão 

86. Anos 20. Sentido da Rua Conde de Bonfim, passando por obras de urbanização.
 
Rua General Canabarro

87. Cerca de 1866. Extinto Palacete dos Saxe Coburgo e Bragança, mais conhecido como Palácio Leopoldina ou Palácio de São Cristovão, localizado no nº 485. Construído em 1865 para ser a residência oficial da filha mais nova de D. Pedro II, Princesa Leopoldina de Bragança, e seu marido, o Príncipe alemão Luis Augusto de Saxe Coburgo Gota. O casal morou aqui durante pouco tempo, pois se mudaram para a Europa em 1867. Tempos depois, após a morte prematura da princesa, em 1871, o palácio foi utilizado por seus dois filhos, Pedro e Augusto. Depois da Proclamação da República, em 1889, e a consequente expulsão da família imperial, a bela construção foi utilizada por algumas instituições do Exército e escolas. Nos anos 30 foi demolida e no terreno foi erguido um prédio para abrigar a Escola Técnica Federal Celso Sucow da Fonseca, hoje CEFET do Maracanã.
 
88. Cerca de 1900. Palácio Leopoldina.

89. Provável anos 70. Entrada da então Escola Técnica vista pelos fundos, voltada para a Av. Maracanã.
 
Rua Ibituruna
 
90. 1923. Abrigo Teresa de Jesus no nº 53. A instituição foi fundada em 1919 para abrigar a infância desamparada em outro prédio (nº 89-91) da mesma rua, que não existe mais. A centenária instituição social infantil continua no mesmo local atendendo atualmente mais de 400 crianças.

Rua Professor Gabizo
 
91. 1961. Foto a partir da Rua Mariz e Barros. A construção da esquina direita ainda existe e abriga o restaurante Brasa Gourmet. O da esquerda foi demolido e no terreno funciona há anos um lava-jato. Notar que o sentido do trânsito era o inverso atual.
 
92. 1964. Provável cruzamento com a Rua Morias e Silva.

Rua Dezoito de Outubro

93. Colégio Santos Anjos, nº 95. Fundado em 1893.
 
94. Anos 10.
 
95. Anos 10.

96. 1917. Capela N. Sra. dos Santos Anjos, instalada no interior do colégio.
 
96a. Sem data.

Rua Engenheiro Cavalcanti
 
 
97. 1961. Transversal à Rua Dezoito de Outubro.
 
Praça Varnhagen 
 
98. 1965. Vemos a Praça Varnhagen. Observar as indicações das vias que a circundam, considerando que na parte inferior da imagem está a Av. Maracanã e o canal do Rio Maracanã, fora da foto,  neste trecho correndo à céu aberto.
 
99. Ao longo dos anos o logradouro tornou-se um dos principais polos gastronômicos da Tijuca, com intensa circulação de pessoas principalmente nos finais de semana à noite. Popularmente o local é conhecido como Baixo Tijuca.
 
100. Destaque para o chafariz geométrico no centro do logradouro. Em 2016 a Prefeitura inaugurou aqui um dos cinco reservatórios de captação de águas pluviais, conhecidos como "piscinão" a fim de evitar os constantes transbordamentos dos rios do bairro. A obra de sua construção levou dois anos e ao final a praça também foi reurbanizada, contando hoje conta com academia da terceira idade, área de ginástica e musculação, mesas para jogos, pista de patinação e brinquedos infantis. O chafariz foi extinto.

101. 1980. Época na qual ainda era realizada aos domingos a popular Feira dos Passarinhos. A feira foi, posteriormente, transferida para o entorno da Estação São Francisco Xavier do Metrô, onde permanece até os dias atuais.
 
Rua Almirante João Cândido Brasil

101a. Anos 50. Esta rua começa na Praça Varnhagen e termina na Rua Maxwell e atualmente possui uma série de bares e restaurantes. Ao que tudo indica ao fundo está a praça. Se assim for esta esquina é da Rua Dona Zulmira (continuação da Rua dos Artistas) ou Rua Santa Luíza (continuação da Rua Dona Maria).
 
Praça Niterói
 
102. 1930. Praça Niterói em destaque. Localizada entre as Ruas Dona Zulmira e Santa Luiza (vide fotos 65 e 66).
 
103. 1940. Operários desobstruindo bueiros após chuvas intensas na praça. Em 2015 a Prefeitura inaugurou, após três anos de obras, três "piscinões" sob a praça como parte do Programa de Controle de Enchentes da Grande Tijuca, tal qual comentado acima, nas fotos da Praça Varnhagen. Assim como lá, aqui também houve a reurbanização total do logradouro. Vale frisar que o Rio Joana um dos alvos do programa corre bem próximo.
 
Rua do Matoso
 
104. Sem data. Extinto casarão de dois pavimentos sito no nº 58. Atualmente o local faz parte da área do Supermercado Mundial.
 
104a. 1911. Trecho próximo à Praça da Bandeira.

104b. 1911.
 
104c. 1928. Esquina da Rua Barão de Iguatemi (à direita). A construção vista ainda existe onde funciona hoje a Drogaria La Vita.
 
104d. 1971. Um corajoso táxi "zé do caixão" enfrenta as águas do temporal.
    
105. 1957. A rua vista em profundidade no sentido da Praça da Bandeira. O cruzamento é com a Rua Haddock Lobo e o prédio ao lado do carrão preto estacionado ainda existe onde funciona a Padaria e Confeitaria Milú. A construção do outro lado também está de pé com uma lanchonete no térreo.

Rua Santa Amélia

106. Anos 30. Mansão da família Peixoto de Castro, localizada no nº 70, esquina da Rua do Matoso.
 
107. Anos 30. Consta possuir 12 salas, 12 banheiros e vários quartos para a numerosa família.
 
108. Cerca de 1927. Aspecto do pátio da residência, demolida em 1981. No local atualmente existe o enorme Condomínio Residencial Santa Amélia, nº 50 da via.

108a. Sem data. Residência de Manuel de Salgado Zenha (1837-1894), localizada na Rua do Matoso, em frente a casa da família Peixoto de Castro, acima citada. Observar a murada com grade vista no pé da imagem pertencente a casa dos Peixoto de Castro. Vide foto 107. O casarão foi demolido em 1968 e, no local, provavelmente, foi erguido um grande condomínio de apartamentos em frente a Praça da Medalha Milagrosa.

Rua Barão de Ubá

109. 1957. Inauguração da nova sede do clube português Casa das Beiras, nº 341, esquina com Rua João Paulo I . O bairro da Tijuca concentra uma grande quantidade de clubes portugueses, entre os quais citamos: Orfeão Português (Rua São Francisco Xavier, nº 363), Casa do Porto (Rua Afonso Pena, nº 39), Casa da Vila da Feira e Terras de Santa Maria (Rua Haddock Lobo, nº 195), Casa dos Açores (Rua Melo Matos, nº 25), Casa de Trás Os Montes e Alto D'ouro (Rua Melo Matos, nº 15 e Casa dos Poveiros (Rua do Bispo, nº 302).
 
Rua Afonso Pena
 
110. 1914. Antigo casarão existente no nº 42. Neste local hoje existe um grande prédio residencial, em frente à Choperia Tijuca (antigo Sindicato do Chopp).

111. Sem data. Extinta residência no nº 29. Atualmente neste terreno existe um moderno prédio residencial avarandado (Ed. Chateau du Roi), ao lado do Clube Casa do Porto.

Rua Ângelo Agostini
 
112. Anos 60. O fotógrafo está de costas para a Rua Bom Pastor, vendo-se no fundo à direita a Travessa Jaicós. A casa de dois pavimentos na frente do fusca é o nº 26 da rua, ainda hoje no local. 
 
Rua João Alfredo

113. Anos 50. Próximo à Praça Xavier de Brito. O prédio sendo construído atrás permanece ainda hoje no local assim como o muro recortado visto à direita. O sentido do trânsito na época era o inverso atual.
 
Rua Aguiar

114. Anos 10. Efeitos após ventania que derrubou árvores. Ao fundo é no sentido da Rua Barão de Itapagipe.

115. Anos 10. 
 
115a. Sem data.

Rua Delgado de Carvalho
 
116. 1965. Um Cadillac entra na Rua Barão de Itapagipe a partir da Rua Delgado de Carvalho (à esqyerda). O velho casario visto ainda está no local, embora os muros não estejam tão baixos.
 
117. Sem data. Provável trecho da rua após a Rua Barão de Itapagipe. 
 
Rua Barão de Itapagipe
 
118. Anos 30. Cruzamento da Rua Félix da Cunha (à direita).
 
119. Sem data. Orfanato de Santo Antônio, localizado no nº 389. Demolido em 1982 para a construção do Edifício Solar (nºs 385-401), uma marco da região.

120. Anos 30. O casarão do colégio (depois orfanato e internato) pertencia ao Barão de Itapagipe, que depois de sua morte deu nome à rua.
 
120a. 1949. Hospital Central da Aeronáutica, situado no nº 167. Este hospital foi fundado por uma associação alemã e construído na década de 30 como nome de Hospital Alemão. O prédio fica na quadra entre a Rua Japeri (à esquerda) e Rua Barão de Sertório (à direita).

120b. Sem data. Em 1942 foi arrestado pelo governo brasileiro e transformado no atual hospital militar.
 
 Rua Valparaíso
 
 
121. Anos 60. Casarão localizado no nº 40. Consta ter sido a última residência do ex-presidente Arthur Bernardes (1875-1955).

Praça Hilda

122. Sem data. Vila Hilda, localizada da nº 11 da praça. Logradouro pouco conhecido na interseção da Rua Pareto com Rua Professor Soares Filho e Rua Santa Sofia. Consta que a vila, com quarenta casas, foi construída em 1922 para abrigar parte dos moradores do Morro do Castelo desalojados após a sua demolição. Nos anos 80 a vila foi tombada pelo município, mas na década seguinte o tombamento foi derrubado e os moradores foram despejados. A partir de então o espaço ficou abandonado e os antigos moradores foram retornando aos poucos. Em 2003 ocorreu outro despejo através da força policial. Atrás do portão visto ao fundo desta foto fica a praça.
 
Rua Silva Teles
 
123. 1956. Escola Batista Pereira, nº 65. A escola e o endereço permanecem, contudo o velho prédio foi demolido para construir-se um novo. Oficialmente fica no bairro do Andaraí, pois esta rua faz a ligação da Rua Barão de Mesquita com Rua Maxwell.

Rua Medeiros Pássaro

124. 1923. Início da rua, na Muda. Atualmente é a principal rua de acesso ao Morro da Formiga. Algumas destas casas ainda existem (nº 24 à direita e nº 25 à esquerda).
 
Rua da Cascata
 
124a. 1923. Casarão, ainda existente no nº 23. Esta via, sem saída, tem acesso pela Rua Conde de Bonfim, nº 927, Muda, entrada do Morro da Formiga.

124b. 1925. Nº 25. Residência do Dr. Guaraná Sant'Anna.
 
Rua Campos Sales
 
125. Anos 70. Antigo casarão localizado no nº 55. Atualmente há um estreito e baixo prédio residencial, ao lado do Restaurante Bizu (antigo Conversa Fora).
 
Rua São Miguel 

126. Anos 80. Extinto Restaurante Excalibur, localizado no nº 688. O antigo casarão de pedras, construído nos anos 40, foi aproveitado para servir como restaurante que transportava os clientes aos tempos dos cavaleiros da távola do Rei Arthur. Decoração típica com pratos servidos por garçonetes com vestes à caráter num ambiente iluminado por velas presas nas paredes e sobre as mesas de madeira redondas. A casa ainda existe, mas está cercada por um horroroso muro alto, na parte final da rua. Seu destino é incerto, pois há anos a desapropriação foi pleiteada sem sucesso pelo governo estadual.
 
Rua Morais e Silva
 
127. Sem data. Casarão existente no nº 78. Pertenceu a família Ramoneda por décadas. Construída em 1914 e demolida em 1991. Hoje no local, por incrível que pareça, há um estacionamento !
 
Rua Otto de Alencar
 
127a. Sem data. Casarão localizado em trecho indefinido da pequena rua que liga a Rua General Canabarro à Rua Morais e Silva (Praça André Rebouças).

Rua Lafayette Cortes

128. Anos 50. Quase esquina da Rua São Francisco Xavier, vista cruzando ao fundo. Esta rua é pouco conhecida e se localiza na altura do nº 177 desta última, ao lado de um pequeno posto de gasolina.

Rua Antônio Basílio

129. 3º Destacamento do Corpo de Bombeiros, nº 610, quase na esquina da Rua José Higino, vista cruzando na lateral esquerda.

130. Sem data. Casarão localizado na rua sem numeração definida.
 
Rua Pareto
 
131. 1932. Nº 41. Esta numeração não existe mais e ficava onde hoje é o cruzamento com a Rua Almirante Cochrane.
 
Rua Carmela Dutra
 
132. Anos 70. Nesta época a rua era sem saída, terminando numa ponte sobre o Rio Trapicheiros. Com as obras do metrô, na Av. Heitor Beltrão, a via se conectou a esta. No fundo, à esquerda, vemos a Pedra da Babilônia e, à direita, o Ed. Medeiros Leal, construído em 1973, com entrada pela Rua Marquês de Valença, nº 25.
 
Rua Manoel Leitão
 
133. 1949. Rua particular sem saída começando na Rua Haddock Lobo, nº 278. Os prédio laterais da esquina ainda existem, mas a árvore foi retirada. 

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