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domingo, 21 de junho de 2020

PRAÇA DA REPÚBLICA - Central do Brasil e Palácio Duque de Caxias

Central do Brasil
(antiga Estação Ferroviária D. Pedro II)

1. A estação original de 1858, inaugurada pelo Imperador D. Pedro II, recebeu o nome de Estação do Campo porque ficava em frente ao Campo de Santana.

1a. 1817. Tela atribuída a Thomas Ender do antigo Campo de Santana. Ao fundo vemos o Morro do Livramento (depois Morro da Providência) com a Igreja de São Domingos de Gusmão a seus pés. Por ordem de D. João VI o templo religioso teve seu nome trocado para Igreja de Santa Anna. Após sua demolição (1857) foi erguida no local a Estação D. Pedro II, sendo a igreja reconstruída em terreno próximo da atual Rua de Santana, onde permanece.
 
1b. Sem data. Outra tela sem autoria mostra o templo cuja inauguração deu-se em 1735.
 
2. Em 1871 sofreu reformas. Três andares nos pavilhões centrais e dois no do meio.

2a. Cerca de 1870.

3. 1881. Ao fundo o Morro da Providência.
 
 
4. 1890. No ano anterior já mudara o nome para Estação Ferroviária Central do Brasil.

4a. 1891. Observar o nome na fachada.

5. 1896. A estátua em bronze acima do relógio foi ali assentada em 1885.
 
5a. 1889.

6. 1899. Outra reforma ampliou suas alas laterais para dois pavimentos.

7. 1899. Tilburis a espera de passageiros. Pelos detalhes observados, esta foto foi tirada na sequência da foto anterior.

8. 1899. Carrinhos de mão para transporte de bagagens e mercadorias.

9.  1899. Complemento à direita da imagem anterior.

10. 1908. Tomada de perfil.

 
11. 1908. Imagem colorizada.

12. Sem data.

13. Sem data.

 
14. Anos 10. 
 
14a. Cerca de 1910.

14b. Cerca de 1910. Aproximação da foto anterior. Os detalhes surpreendem.

15. Cerca de 1910.

15a. Sem data.

15b. 1912.
 
15c. 1915.

15d. 1914. Imagem extraída de cartão postal.
 
16. Anos 20. Pode-se notar um monumento ao antigo imperador que deu nome à estação, também visto nas duas fotos anteriores.
 
16a. Porovável anos 20. Um ângulo pouco comum. Notar o Morro do Corcovado lá no fundo.

16b. Provável anos 20.
 
16c. Anos 20.

17. Sem data. Local de muita movimentação.

18. 1924. Um bonde lotado trafega próximo a estação.

19. 1927. Imagem aérea com indicações dos principais pontos de referência da região. Observar que a estação não possuia alinhamento com nada ao redor.
 
19a. Provavelmente é uma aproximação da foto anterior. A riqueza dos detalhes impressiona.
 
19b. Outra imagem aérea de ângulo diferente mostra inclusive o trecho demolido para a passagem da Av. Presidente Vargas. Clique na foto para ampliar.

20. Anos 20. Vemos a praça em formato triangular em frente à estação, também visível na foto anterior.

20a. 1930. O povo aguarda a chegada do novo Presidente Getúlio Vargas ao Distrito Federal após a Revolução.

21. 1931. Muita movimentação de pessoas e meios de transporte em frente a estação. Observar o ônibus "chopp duplo" parado.  
 
21a. Cerda de 1931. Foto extraída de cartão postal.
 
22. 1934. Greve dos ferroviários. Caos na estação.

23. Cerca de 1936. O prédio atual (Ed. Dom Pedro II) começou a ser construído em 1935, mas a estação antiga foi mantida em funcionamento até o término da obra em 1941.
 
23a. Cerca de 1939.

24 Cerca de 1940. Ergue-se o gigante que seria um ícone do local composto de uma torre de 28 andares, 134 metros de altura e plataformas de trens.

25. 1940. O famoso relógio de quatro faces da Central ainda não foi instalado.

26. 1940. Em 1941 a antiga estação foi demolida.

27. 1941. A estação velha já não é mais vista. Quando foi inaugurado o prédio em estilo art déco era o mais alto da América do Sul e a maior construção de concreto armado do mundo.
 
27a. Cerca de 1941. O prédio da Estação e o Monumento a Benjamin Constant de 1926. Este monumento foi removido para o centro da Praça da República em 1945, onde permanece. Vide foto 50.
 
28. Cerca de 1948. Uma boa panorâmica da região. A Av. Presidente Vargas já foi aberta.

29. Anos 50. Vemos a nova estação alinhada com o vizinho Ministério da Guerra. Comparar com foto 19.

30. 1954. São 8:20h quando um bonde duplo lotado segue rumo a Av. Marechal Floriano.
 
30a. Anos 50. Bonde duplo superlotado.

30b. Começo dos anos 50. O fotógrafo está em alguma janela do prédio apontando sua câmera para a Praça da República, ao fundo. Destaca-se o grande fluxo de passageiros em direção à gare da Central.

31. Anos 50.
 
31a. 1957.

32. 1962.

33. Anos 60. Uma imagem que não mudou em quase 80 anos.
 
33a. Anos 70. As obras do metrô chegaram na Central do Brasil.
 
Quartel General do Exército / Palácio Duque de Caxias - PDC
(depois Ministério da Guerra, depois do Exército, atual Comando Militar do Leste)

34. 1885. Esta é a parte frontal voltada para a Praça da República. Vide foto 19 para um melhor posicionamento.

35. 1894. Na extrema esquerda identifica-se a Estação Ferroviária D. Pedro II e à direita a atual Rua Visconde da Gávea (antiga Rua São Lourenço).

35a. Cerca de 1900.

36. 1907. Ao fundo o Morro da Providência.

37. Sem data.

38. Sem data. Imagem oposta as anteriores. Ao fundo, da esquerda para direita, vemos: Rua Marechal Floriano (antiga Rua Larga de São Joaquim), em profundidade, a Escola Rivadávia Corrêa, o prédio da antiga Prefeitura e as árvores da atual Praça da República (Campo de Santana).

39. 1903. Muitos tílburis aguardam passageiros dos trens.
 
39a. Cerca de 1907.

40. Sequência da foto 39. A concentração de veículos é apara atender aos passageiros da Estação de Trens D. Pedro II, não visível na foto, mas que está mais à esquerda da imagem. Vide foto a seguir.

41. 1905.

42. Entre 1905 e 1910 ocorreu uma grande reforma.

 
43. 1909.

44. 1927. No canto inferior direito a atual Rua Marechal Floriano esquina com Rua Visconde da Gávea.

45. Sem data.

46. 1914. Concentração de tropas fora do quartel.
 
46a. 1923.

46b. Sem data. Um "corso" desfila diante do quartel durante os festejos do Carnaval.

47. Sem data. Um bonde triplo parado enquanto o condutor desobstrue os trilhos.

47a. 1924. Foto semelhante a anterior.
 
47b. Cerca de 1925. Esta é a lateral voltada para a Estação de Trens da Central do Brasil que ainda permanece intacta.

48. Sem data.

49. Sem data, vendo-se a mesma esquina da foto 44.

 50. Cerca de 1927. Comparar com as fotos 38 e 39.


50a. Imagem contemporânea a anterior.

50b. 1930. O povo e militares do Exército se aglomeram diante do Ministério da Guerra para receber o novo Presidente Getúlio Vargas após a Revolução de 1930. Mesma sequência da foto 20a.

51. 1938. O início da construção do novo prédio ocorreu em 1937 e terminou em 1941.

52. O prédio antigo ainda permaneceu no local sendo o novo construído nos fundos. As alas laterais permaneceram intactas e foram incorporadas.

53. A face nova, voltada para a Praça da República possui subsolo, sobre lojas, dez andares em cada uma das alas frontais e uma torre central de treze andares. Nos fundos também foi erguida uma nova ala (voltada para a atual Rua Marcílio Dias) com seis andares.

53a. 1944. O novo prédio e a Av. Presidente Vargas recém aberta.

54. Anos 45/50. A área interna do conjunto com suas faces laterais originais. Vide fotos 19, 19a e 29.

55. As duas novas edificações do local, Ed. D. Pedro II e Palácio Duque de Caxias, ficaram prontas na mesma época e compôs em conjunto com a abertura da Av. Presidente Vargas uma área enorme que assim permanece ainda hoje.
 
55a. 1945. Parada militar de Sete de Setembro.

56. 1950. No espaço diante do Ministério foi erguido o pantheon a Duque de Caxias, patrono do Exército, onde seus restos mortais foram abrigados. A estátua equestre do Marechal que durante anos esteve no Largo do Machado (antiga Praça Duque de Caxias), foi transportada em 1949 para o novo mausoléu. Ampliar a imagem para melhor visualização.
 
56a. 1957. No canto direito vemos a Escola Rivadávia Correia, tal qual no foto anterior.

57. A nova Praça Duque de Caxias com o mausoléu.

57a. 1952.

58. Uma rara imagem com a Praça da República e a Igreja de São Jorge em primeiro plano. À esquerda da Central do Brasil o prédio da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), depois SuperVia.

59. Anos 60. Praça Duque de Caxias. Imagem obtida da lateral da Escola Rivadávia Corrêa.
 
59a. 1964. Revolução - tanques na rua. 

60. 1978. As obras do Metrô na região já terminaram.

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