Esquina das Ruas Visconde de Inhauma e Teófilo Otoni
1. Sem data. Estamos na Av. Central pouco antes da Rua Teófilo Otoni (antiga Rua das Violas), vista à esquerda, com a câmera voltada em direção à Praça Mauá. A próxima esquina é a Rua Visconde de Inhauma com seus belíssimos prédios pelo lado ímpar da avenida, à direita.
1a. Provável anos 10. Ângulo semelhante ao anterior.
2. Sem data. À esquerda a lateral do prédio da antiga Caixa de Amortização, atual Banco Central. É a foto anterior com o fotógrafo na esquina da Rua Visconde de Inhaúma.
3. Cerca de 1904. Na lateral direita vemos a parte superior do prédio da Caixa de Amortização.
5. 1908. Aproximação da citada esquina. Alguma solenidade acontecendo.
6. 1907. Imagem com a câmera voltada em direção à futura Cinelândia. A linda construção vista na lateral esquerda é a sede da The Royal Mail Steam Packet Company, empresa britânica de transporte marítimo fundada em 1839 em Londres.
7. The Royal Mail Steam Packet Company (nºs 51-55). À esquerda fica a Rua Visconde de Inhauma e, à direita, Rua Teófilo Otoni. Hoje no local está o Centro Empresarial RB 53.
8. 1913. No térreo funcionou a loja A Mala Real Inglesa. À direita vemos a estreita Rua Teófilo Otoni.
9. Nºs 45-49. À direita fica a Rua Visconde de Inhauma.
10. Sem data.
11. Cerca de 1906.
12. Sem data.
13. Sem data. Pintura sem autoria. Esquina da Rua Teófilo Otoni, pelo lado ímpar. O prédio à direita (nºs 57-61) pertence à Irmandade do Santíssimo Sacramento da Candelária.
14. Anos 50. O prédio do Banco Central está no alto, atrás das árvores, na esquina da Rua Visconde de Inhauma. Observar a calçada e seu belo mosaico em pedras portuguesas na esquina da Rua Teófilo Otoni.
15. 1906. A Caixa de Amortização, depois Banco Central, localizada na esquina da Rua Visconde de Inhaúma. Este prédio, distante da região da Praça Floriano (Cinelândia) é um dos raros preservados até hoje.
16. 1907.
17. Sem data.
18. Av. Rio Branco, nºs 28-36.
19. Provável anos 10.
20. Sem data.
21. 1908. Caixa de Conversão, depois Caixa de Amortização e finalmente, a partir de 1964, Banco Central (Departamento do Meio Circulante).
22. Provável anos 10.
23. Sem data.
27. Cerca de 1960.
28. 1912. O segundo prédio à direita, na esquina da Rua Teófilo Otoni é a sede da Cia. Docas de Santos, outro exemplar de preservação até os dias atuais.
29. Cerca de 1922.
30. Cerca de 1909. O prédio do Jornal do Brasil, visto ao fundo, ainda está em construção.
34. 1908. Cia. Docas de Santos, visto aqui frontalmente, situado nos nºs 44-48. Atual sede do IPHAN. O prédio foi restaurado recentemente e tombado em 1978.
35. Provável anos 20. O dois prédios seguintes ao da Docas de Santos se estendem até a estinta Rua São Pedro.
36. Prédio nº 50. Visto na foto anterior no lado esquerdo (com toldos) do prédio da Docas de Santos.
Esquina das Ruas São Pedro e General Câmara
37. Anos 10. A rua transversal, onde cruza um bonde com tração animal, é a extinta Rua de São Pedro. Este quarteirão inteiro no sentido Cinelândia será demolido no começo dos anos 40 para a passagem da Av. Presidente Vargas. O primeiro prédio à esquerda ocupando toda quadra é a Hasenclever&Cia. A próxima via é a Rua General Câmara (antiga Rua do Sabão), com o prédio pontiagudo da Cia. Theodor Wille.
38. Provável anos 10. A Hasenclever é uma empresa de origem alemã, exportadora de máquinas e ferragens. Também produzia uma enorme variedade de materiais de construção, tais como: cimento, estruturas de ferro e aço, aparelhos sanitários, estruturas para pontes e viadutos. Será por aqui a passagem da futura Av. Presidente Vargas. À esquerda fica a extinta Rua São Pedro.
38a. Anos 30. O Ed. "A Noite", ao fundo, na Praça Mauá, já foi
levantado.
38b. Provável anos 30.
39. 1906.
39a. 1908. Cia. Hasenclever à direita.
39b. Provável anos 10. Destaque curioso para o carro vendendo leite à esquerda.
40. Cia. Hasenclever, nº 69-77. À esquerda Rua São Pedro e, à direita, Rua General Câmara.
41. Précio nºs 63-67. À direita fica a Rua São Pedro.
42. Anos 40. Para que o visitante tenha a noção da área arrasada da Av. Rio Branco para a passagem da Av. Presidente Vargas, apresentamos esta foto aérea da região. As duas linhas paralelas em amarelo delimitam o trecho entre as extintas Ruas General Câmara (esquerda) e São Pedro (direita). Clique na foto para ampliar e verificar as indicações assinaladas:
1) Igreja da Candelária (preservada);
2) Cia. Herm Stolz (demolido depois);
3) Hasenclever & Cia. (demolido);
4) Igreja de São Pedro dos Clérigos (demolida);
5) Rua da Alfândega;
6) Rua Teófilo Otoni;
7) Docas de Santos (preservado);
8) Igreja Bom Jesus do Calvário (demolida);
9) The Royal Mail Steam Packet Company (demolido depois); e
10) Theodor Wille (demolido depois).
43. 1908. O prédio da Herm Stolz assinalado destaca-se por ocupar todo
quarteirão entre Rua General Câmara e Rua da Alfândega.
44. Sem data. Cia. Theodor Wille.
45. Theodor Wille, nº 79-81. À esquerda fica a Rua General Câmara, portanto situava-se em frente ao prédio da Cia. Herm Stolz.
46. Provável anos 30. Observar que o prédio da Hasenclever sofreu intervenção arquitetônica com acréscimo de mais três andares além de modificações na fachada e no pórtico de entrada. A esquina vista à direita é a Rua General Câmara.
47. Prédio nº 57-61, provavelmente entre a Rua Teófilo Otoni (à esquerda) e Rua São Pedro (à direita).
48. Prédio nº 56-64, em frente ao prédio da Cia. Hasenclever. Assim sendo, foi demolido também para a abertura da Av. Presidente Vargas. Não temos informação do que funcionou aí.
49. 1937. O prédio da Theodor Wille é visto no alto, à esquerda. Notar o curioso semáforo voltado para os quatro lados da avenida. Deste modo trata-se da esquina da Rua São Pedro.
50. Anos 30. Mesmo local anterior. A avenida está decorada.
51. 1908. Em destaque o prédio da Theodor Wille, à esquerda. Após esta quadra vem a Rua da Alfândega.
52. Cerca de 1920. Excelente imagem revelando alguns pontos conhecidos, além dos prédios já referidos nas últimas fotos, aqui vistos no canto inferior esquerdo (Rua General Câmara). Podemos identificar a torre do edifício sede do Jornal do Brasil no canto superior direito e o Morro do Castelo ao fundo. Ao lado esquerdo da torre do Theodor Wille vemos uma das torres da Igreja da Ordem Terceira do Carmo, situada na Praça 15. O conjunto de torres visto ao centro são de famosos edifícios comerciais localizados entre a Rua do Rosário e a Rua do Ouvidor.
Esquina das Ruas da Alfândega e Buenos Aires
53. Sem data.
54. Prédio nº 83-85. Vide foto anterior. À direita Rua da Alfândega.
55. 1910.
56. Anos 30. À esquerda vemos o prédio já modernizado da Cia. Hasenclever na esquina da Rua General Câmara. As setas indicativas mostram que muitas construções da primeira geração continuavam de pé.
57. 1922. No canto inferior direito está a Rua General Câmara.
58. 1907. O prédio da Herm Stolz está na lateral direita seguido pela Rua da Alfândega com o Morro de Santo Antônio no alto.
59. Cia. Herm Stolz. À direita a extinta Rua General Câmara, portanto o prédio escapou de ser derrubado para a construção da Av. Presidente Vargas.
60. Cia. Herm Stolz, nº 66-74.
61. 1935. Por algum tempo funionou aqui a Norddeutscher Lloyd Bremen. Observar letreiro na fachada.
62. Anos 50. Este é o cruzamento da Av. Rio Branco com Av. Presidente Vargas. Na margem superior vemos o prédio da Herm Stolz, pouco antes de ser demolido.
63. 1954. No pé da imagem está o cruzamento da Av. Rio Branco com Av. Presidente Vargas com o prédio da Herm Stolz na extrema direita.
64. 1949. O mesmo cruzamento visto de outro ângulo. O fotógrafo provavelmente está em algum local alto da Igreja da Candelária.
65. Anos 50. O prédio em demolição para a construção de um novo edifício comercial que traz o mesmo nome daquela empresa e ocupa a quadra inteira voltada para a Av. Rio Branco. Esta imagem mostra sua derrubada. A Av. Presidente Vargas somente é vista no canto inferior direito, na pista lateral em direção à Candelária. O prédio moderno após a Rua da Alfândega é o Ed. Alberto Monteiro, hoje com uma agência do Banco Safra na loja, nº 80 da Av. Rio Branco.
66. Anos 50.
67. 1906. Vide indicação das ruas Buenos Aires (antiga Rua do Hospício) e Alfândega (antiga Rua da Mãe dos Homens). Após esta última o prédio da Cia. Herm Stolz.
68. Prédio nº 76-80. Notar o belo ornamento no alto. Ele é referência de localização em muitas fotos desta postagem. O térreo do prédio foi ocupado pela Casa Sucena. À direita está a Rua da Alfândega.
69. Prédio nºs 82-86. À esquerda fica a Rua Buenos Aires.
70. Cerca de 1885. Embora não se situasse na Av. Central, apresentamos esta foto da Igreja N. Sra. Mãe dos Homens. Construída por volta de 1750 no local de um antigo oratório, localizado na atual Rua da Alfândega, nº 54, bem próximo da antiga Av. Central (nesta foto ainda não existia). O templo é tombado pelo IPHAN desde 1938, consolidando-se em uma das igrejas de maior valor cultural do país.
71. 1906. A esquina vista à esquerda é a Rua Buenos Aires, ponto final desta postagem.
72. Sem data. O fotógrafo está próximo á Rua do Rosário. No alinhamento das construções à direita vemos, ao fundo, o prédio da Cia. Theodor Wille com sua torre pontiaguda, localizado na esquina da Rua General Câmara.
73. 15/11/1905. Aspecto da cerimônia inaugural da Av. Central no mesmo trecho. Dia de chuva.
74. Anos 20.
75. 1919. Carnaval.
76. Cerca de 1910.
77. Cerca de 1910. Notar a beleza do prédio da Casa Garcia que ocupa a quadra inteira entre Rua da Alfândega e Rua Buenos Aires.
78. 1907.
79. Prédio nº 87-97. Detalhe da Casa Garcia. Ela ocupa a quadra inteira entre a Rua da Alfândega (à esquerda) e Rua Buenos Aires (à direita).
80. Sem data. Casa Garcia em destaque com Rua Buenos Aires (à direita).
81. 1905.
82. Cerca de 1910. Esquina da Rua da Alfândega, lado par.
83. 1910. Esquina da Rua Buenos Aires pelo lado ímpar. ?? checar !
84. 1905. O prédio à direita, com adorno no telhado, será ocupado em 1912 pela Casa Sucena, tradicional loja de tecidos, vestuário, armarinho, fantasias, artigos religiosos e etc.
85. Cerca de 1907.
86. Sem data. À direita está a Igreja N. Sra. da Conceição e Boa Morte.
xx. Sem data. Imagem aérea da Av. Rio Branco e grande parte de seu entorno. O trecho compreendido entre as faixas paralelas, em amarelo, define a área que veio abaixo para a passagem da Av. Presidente Vargas. Obviamente a Igreja da Candelária foi a única poupada. Observar, no alto da foto, um vasto terreno descampado, resultado da demolição do Morro do Castelo em 1922. Clique na foto para ampliar. (sair daqui e colocar em melhor post)


























































































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